Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Já aqui tive oportunidade de emitir as minhas dúvidas acerca da garantia de vida eterna pretensamente oferecida pela ciência de ponta… No fundo, trata-se de uma versão laicizada da vida eterna prometida pelas religiões. Ora, o regime pandémico em que estamos a viver é o actual responsável pelo desejo de viver para sempre e, daí, a permanente promessa de uma vacina…

Em compensação, o Financial Times publicou nesta quinta-feira um artigo excelente acerca daquilo que é lícito esperar, embora sem garantia, de uma vacina bem-sucedida a curto prazo, sem que todavia isso esteja garantido e, mesmo quando a vacina surgir, por fim, em quantidade para todos, não é garantido que seja duradoura. Nada mais incerto por ora. É, pois, na incerteza que teremos de viver pelo menos por um ano…

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.