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Nuno da Costa Nata

Convidado

Artigos publicados

Justiça

O último acto de Cabrita

O Ministro não tem condições para continuar. Sabendo da morte de Ihor Homeniuk, não as tem por omissão – o que é crime! Não sabendo, não as tem por incompetência grosseira – o que é grave!
Política

O Estado da calamidade

Nós, que fazemos test drives antes de comprar a viatura, que accionamos extensões de garantia quando compramos um telemóvel, assinamos uma carta em branco com poderes quase ilimitados quando votamos.
Democracia

Requiem

O último baluarte da democracia fiscalizada, responsável, orientadora e popular, caiu. O Governo, que deveria ser executor, é agora planeador, decisor, legislador, omnipotente e irresponsável.
Isabel dos Santos

Santos da casa

Convém lembrar que António Costa reuniu com Isabel dos Santos antes de avalizar a sua entrada no capital do BCP e que a CGD a financiou em 125 milhões de euros para que pudesse comprar acções da ZON.
Política

I see dead parties…

“E não há pessoas muito maiores que os partidos?” “Haverá, seguramente. Manifestamente não é o caso!” – respondeu quase em surdina um dos médicos, enquanto começava a assinar a certidão de óbito…
PSD

Os Deuses e as gentes do PSD

O partido é muito mais que os ódios pessoais que resultam da inveja. O partido é tudo aquilo que permitiu a Rio ser o seu líder, mesmo depois do seu percurso interno, crítico, desviante e até acintoso
Legislativas 2019

Os sete pecados capitais (cada um a seu dono)

O povo vive numa espécie de morfina espiritual. Cai na apatia, na modorra, na letargia, na eterna procrastinação com um travo de autopiedade e pronto a aprimorar a crítica para os próximos quatro anos
Combustível

Quando a verdade está a banhos…

Durante a greve dos motoristas, a violação dos mais basilares princípios da construção democrática foi dinamitada por um silêncio cúmplice e ensurdecedor de uma esquerda sedenta de poder.
PS

O absurdo à la carte

Não discutimos o óbvio. Não discutimos a ética. Não discutimos a lei. Discutimos opiniões. Discutimos as nossas crenças, as nossas paixões. É de génio, há que reconhecer.
Incêndios

Contentamento descontente (povo de fraca memória)

Este ano não houve abraços do Presidente. Não houve promessas nem demissões. Apareceu, tão só e como antes, o Primeiro-Ministro a enjeitar responsabilidades, dando de prémio a cabeça dos autarcas.
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