Logo Observador
Livros

A maior Feira do Livro de Lisboa de sempre abre hoje ao público

494

A 87.ª edição da Feira do Livro de Lisboa começa com mais pavilhões, mais editoras participantes, mais restaurantes, mais espaço e algumas novidades, fazendo desta a "maior feira do livro de sempre".

O orçamento estimado da Feira do Livro de Lisboa este ano é de 900 mil euros

Tiago Petinga/LUSA

A 87.ª edição da Feira do Livro de Lisboa começa esta quinta-feira, com mais pavilhões, mais editoras participantes, mais restaurantes, mais espaço e algumas novidades relativamente ao ano anterior, fazendo desta a “maior feira do livro de sempre”.

A edição deste ano decorre até 18 de junho e conta com dez novos participantes, somando um total de 122, e um número recorde de 286 pavilhões, revelou o secretário-geral da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Bruno Pacheco, quando apresentou a Feira do Livro de Lisboa. “Esta é a maior Feira do Livro de sempre, a todos os níveis: mais participantes, mais oito pavilhões do que na edição de 2016, e entre chancelas e editoras, temos este ano 602 marcas editoriais participantes, quando no ano passado foram 586”, afirmou, na altura.

A APEL espera este ano chegar ao meio milhão de visitantes, ultrapassando os 480 mil registados no ano anterior. Além disso, o espaço ocupado pela Feira do Livro sobe este ano mais meio talhão do Parque Eduardo VII, além dos três talhões ocupados no ano anterior.

Uma das razões para o aumento da área ocupada é o crescimento da zona de restauração, com a introdução de novos espaços ‘gourmet’, em particular na área vegetariana, e também, pela primeira vez, do marisco, perfazendo dez espaços renovados, num total de mais de 40 restaurantes.

No que respeita a novidades, pela primeira vez na sua história, a Feira do Livro abre este ano no dia da criança, pelas 10h30, com uma série de iniciativas para os mais novos, que contam com o apoio das Bibliotecas de Lisboa, e que incluem atividades circenses, oficinas de ilustração, hora do conto, concertos ao ar livre, pinturas faciais, entre outras.

Outra novidade são os espaços criados a pensar numa visita mais demorada das famílias: um fraldário, localizado na entrada sul da feira, com áreas mais reservadas para alimentação dos bebés e muda-fraldas, e um “refrescão”, uma zona onde os animais podem desfrutar de um momento de descanso e parar para beber água, enquanto acompanham os donos.

No campo das novas tecnologias, a feira vai disponibilizar wi-fi gratuita nas principais praças do recinto e todas as suas atividades poderão ser acompanhadas através das redes sociais Facebook e Instagram.

As grandes atrações da Feira do Livro estarão de regresso, com a “Hora H”, que permite comprar livros de edição anterior aos 18 meses do preço fixo com o mínimo de 50% de desconto, de segunda a quinta-feira entre as 22:00 e as 23:00, e o “Livro do Dia”, que permite comprar livros em destaque com descontos que podem chegar até aos 50%.

No ano passado, a “Hora H teve uma adesão de 70% dos participantes e este ano tenderá a aumentar”, segundo o secretário-geral da APEL.

O orçamento estimado da Feira do Livro de Lisboa este ano é de 900 mil euros.

Os horários de visita são de segunda a quinta-feira, das 12h30 às 23h00, às sextas-feiras, das 12h30 às 00h00, sábados das 11h00 às 00h00, e domingos e feriados, das 11h00 às 23h00.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
caderno de apontamentos

Reutilizar manuais é de rico?

João Bernardo Parreira
349

Reutilizar manuais não é só aliviar as famílias de um fardo anual. É também educar para a sustentabilidade e responsabilidade financeira. Mas, para que seja possível, é necessário decidir como fazê-lo

Fogo de Pedrógão Grande

“Para inglês ver”

Paulo Tunhas

Quando toda a energia do Governo é em última análise canalizada para a manutenção do seu apoio, é fatal que o Estado se degrade e a pouco e pouco, se fragmente, se transforme em algo para inglês ver. 

Ásia

A Índia de Modi

Diana Soller

A política externa da Índia para os Estados Unidos, até hoje, pode ser resumida em três R: Ressentimento, Reciprocidade e Reconhecimento.

caderno de apontamentos

Educação e autarquias

Abel Baptista

Com a descentralização, não poderão as autarquias tornar-se mais competitivas entre si, e oferecer meios de ensino de melhor qualidade, com soluções adaptadas às circunstâncias do concelho e região?