Fundos Comunitários

Governo aumenta meta de pagamentos de fundos comunitários para 1.250 milhões de euros

O Governo vai aumentar em 25% a meta dos pagamentos de fundos europeus para as empresas. O apoio atingiu "esta semana" os 900 milhões de euros, indicou o Ministério do Planeamento de Infrastruturas.

O ministério de Pedro Marques refere que 28% do investimento total (ou seja, 660 milhões de euros) é relativo a projetos destinados a regiões de baixa densidade

OLIVIER HOSLET/EPA

O Governo vai aumentar em 25% a meta dos pagamentos de fundos europeus para as empresas, para os 1.250 milhões de euros, indicou esta sexta-feira o Ministério do Planeamento de Infraestruturas à Lusa.

O ministério de Pedro Marques informou que o apoio dos fundos comunitários às empresas atingiu “esta semana” os 900 milhões de euros, que é o montante de incentivos concedidos ao abrigo do Portugal 2020.

O objetivo inicialmente fixado tinha sido o de atingir os mil milhões de euros de pagamentos às empresas mas, para “acompanhar a disponibilidade e a confiança das empresas no investimento e na economia portuguesa”, a tutela decidiu “aumentar em 25% a meta passando-a de mil milhões para os 1.250 milhões de euros”.

Desta forma, “o valor a pagar em 2017 será o maior de sempre em termos de pagamentos às empresas”, segundo o Ministério do Planeamento e Infraestruturas, que acrescenta que este valor vai representar “um aumento de 65% face à execução que se verificava no ano homólogo no QREN [Quadro de Referência Estratégica Nacional]”.

Na informação veiculada à Lusa, o executivo refere que “as empresas continuam a bater recordes de apresentação de projetos” ao Portugal 2020, tendo em conta que foram submetidos aos concursos que encerraram a 30 de junho projetos com investimentos que somam os 2,3 mil milhões de euros, “o que constitui novo recorde de candidaturas numa fase do Sistema de Incentivos à Inovação”.

O ministério de Pedro Marques refere que 28% do investimento total (ou seja, 660 milhões de euros) é relativo a projetos destinados a regiões de baixa densidade e que há também um “elevado nível de renovação das candidaturas”, já que “três quartos do investimento foi apresentado por empresas que não têm qualquer candidatura aprovada nos sistemas de incentivos do Portugal 2020”.

Quanto ao perfil de investimento, a tutela indica que “as candidaturas apresentadas visam a realização de investimento produtivo, com elevada componente de inovação, e com resultados ao nível da criação de emprego e valor acrescentado”.

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