Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Nos primeiros três meses de 2014, a Cimpor vendeu 7,2 milhões de toneladas de cimento e clínquer, mais 12% do que em igual período de 2013, mas este comportamento não foi suficiente para evitar que a empresa encerrasse o trimestre com prejuízos de 10,8 milhões de euros. No final de março de 2013, o resultado líquido consolidado atribuível a detentores de capital era de 47,2 milhões de euros.

Os mercados externos foram responsáveis por 70% do cimento produzido pela cimenteira, deixando o mercado interno para segundo plano. No Paraguai, o crescimento da atividade ultrapassou os 30% e, no Egito, a e a empresa refere que a força comercial permitiu superar as dificuldades de acesso e o aumento dos custos dos combustíveis.

Contudo, a instabilidade cambial na Argentina, a recessão no mercado português, a forte concorrência das importações em Moçambique e África do Sul não permitiram que os resultados fossem mais “além”, lê-se no relatório apresentado na quarta-feira, 21 de maio, pela Cimpor.

Nos primeiros três meses do ano, o volume de negócios da cimenteira foi de 592,5 milhões de euros, menos 6,8% do que nos primeiros três meses de 2013 e o EBITDA (lucros antes de juros e impostos) caiu 9,7%, para 133,1 milhões de euros, tendo em conta os efeitos cambiais.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR