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Colchoneros no Parque Eduardo VII. Madridistas no Rossio e na Praça da Figueira. Em conjunto, estiveram no Champions Festival, na Praça do Comércio, onde adeptos das duas equipas estiveram em amena cavaqueira. O futebol estava marcado para as 19h45.

O Parque Eduardo VII foi o primeiro a sentir um tremor de terra, depois do golo de Godín. Na Praça da Figueira, os adeptos merengues começavam a desesperar. O intervalo chegava e a apreensão apoderava-se dos blancos, que sonhavam com a conquista da décima Liga dos Campeões da sua história.

Aos 92 minutos, Tiago e companhia já imaginavam como iam levantar a taça, quando Sergio Ramos empatou depois de um belo cabeceamento. O Rossio ficou virado do avesso. Correrias, berros e abraços. Os adeptos do Real estavam convictos de que o troféu não fugia.

No prolongamento, à medida que os golos surgiam a festa subia de tom. A goleada deu lugar a alguns excessos: petardos a rebentar no meio da multidão, pontapés em caixotes do lixo, mergulhos na fonte no Rossio e garrafas a partir. Também houve um lado mais romântico, onde as lágrimas e os abraços fogosos ganhavam protagonismo.

Apito final. O Real Madrid conquistava a décima Liga dos Campeões e Carlo Ancelotti igualava Bob Paisley (Liverpool) com três troféus da competição.

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