A época natalícia costuma ser boa para as economias. O natal leva a maiores gastos, na alimentação para a ceia, as prendas que se seguem e obviamente a árvore de natal para embelezar a sala e guardar as prendas até ao momento certo. Todos ganham como podem e, especialmente no caso da Dinamarca, até as árvores de natal dão um empurrãozinho às exportações.

Quase 900 mil árvores de natal frescas (as que não são de plástico), foi quanto exportou a Dinamarca apenas em 2013, diz o gabinete de estatísticas das comunidades europeias, o Eurostat. O resultado são 120,7 milhões de euros de receitas com a venda de árvores de natal para os 28 países da União Europeia.

Isto acontece porque a Dinamarca exporta este tipo de árvores, classificadas árvores de natal frescas pelo Eurostat, todo o ano. Só a Holanda o faz também todo o ano, mas em níveis bastante inferiores: em 2013 exportou pouco mais de 11 mil.

A Alemanha surge em segundo lugar, exportando mais de 88 mil árvores só na parte final do ano.

Mas nem todos fazem das árvores de natal um negócio para exportação, pelo menos dentro da União. Esse é o caso de Portugal, que em 2013 não tinha qualquer árvore de natal (verdadeira) registada como tendo sido exportada. Bulgária, Chipre, Finlândia, Malta, Eslovénia e Croácia estão na mesma situação que Portugal.