Foi, também, um ataque à liberdade de imprensa, que vários líderes mundiais estão a recriminar. Do presidente da Comissão Europeia aos primeiros-ministros britânico e italiano, passando pelo mayor de Londres, e também por Barack Obama e Angela Merkel, as reações ao ataque ao jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris, França, que fez 12 vítimas mortais, chegam depressa através das redes sociais, nomeadamente do Twitter.

Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, disse estar “profundamente chocado com o atentado ao Charlie Hebdo”, exprimindo, em nome da Comissão Europeia, “a maior solidariedade com a França”.

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, considerou “os assassinatos em Paris são doentios. Estamos com o povo francês na luta contra o terror e na defesa da liberdade de imprensa”.

Matteo Renzi, primeiro-ministro de Itália, falou em “horror e espanto pelo massacre de Paris, solidariedade para com Hollande neste momento terrível, a violência perderá sempre contra a liberdade”.

Boris Johnson, o mayor de Londres, também não perdeu tempo e, no Twitter, referiu que “a liberdade de expressão é a pedra angular de uma sociedade democrática. Londres, tal como Paris, defende o direito de liberdade de expressão que pertence a todos”.

Dos Estados Unidos da América, o presidente, Barack Obama, condenou “da forma mais veemente possível” o ataque ao jornal satírico. Um atentado “horrível”, afirmou o líder norte-americano, que diz estar “em contacto com as autoridades francesas e dei instruções à minha Administração para que seja prestada qualquer ajuda necessária para trazer estes terroristas até à Justiça”.

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que o tiroteio em Paris não é só um ataque aos cidadãos franceses, mas às liberdades de imprensa de expressão.