Governo de António Costa admite discutir o regresso dos 25 dias de férias na Concertação Social, depois de a UGT ter definido a proposta como “prioritária” e de a CGTP a ter posto no seu caderno reivindicativo. Havendo acordo, será o regresso desta medida introduzida em 2003 – que foi anulada por Passos Coelho em 2012. Atualmente, só a contratação coletiva é que permite ter mais de 22 dias de férias.

A notícia é avançada pelo Diário Económico e pelo Jornal de Negócios. O Ministério do Trabalho confirma aos jornais que levará o tema para ser discutido com patrões e sindicatos. A majoração de 25 dias dava mais dias de férias aos trabalhadores assíduos.

A verdade é que a discussão não será pacífica. Os representantes dos patrões, como João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), afirmam não ser favoráveis a premiar algo que dizem fazer parte das obrigações dos seus trabalhadores.