Primeiro-Ministro

10 de Junho: Ensino do português em França é oportunidade os professores

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O PM faz "um balanço positivo" do Dia de Portugal em Paris e destaca o compromisso de Hollande sobre o ensino do português, uma oportunidade para os professores. Quando ao PSD: precisa de tempo.

PAULO NOVAIS/LUSA

O primeiro-ministro fez este domingo “um balanço francamente positivo” das celebrações do Dia de Portugal em Paris e destacou o compromisso do Presidente francês sobre o ensino do português, considerando que é uma oportunidade para muitos professores.

Em declarações aos jornalistas, antes de regressar a Lisboa, António Costa referiu que em breve serão marcadas “as reuniões do grupo técnico que existe entre Portugal e França para o alargamento da presença do português” como língua de aprendizagem nas escolas francesas.

“Isto é obviamente muito importante para a difusão da nossa língua. É também uma oportunidade de trabalho para muitos professores de português que, por via das alterações demográficas, hoje não têm trabalho em Portugal e que podem encontrar aqui, mas é também um grande desafio para a nossa tecnologia e para a capacidade de fomentar o ensino à distância”, considerou.

Segundo António Costa, esse compromisso significa que a França reconhece o português como “uma das grandes línguas globais” e “o valor económico, social, cultural que hoje a língua portuguesa tem”.

É preciso dar tempo ao PSD

O primeiro-ministro defendeu também que Portugal precisa de “consensos alargados sobre os grandes desafios”, apontando como exemplo a qualificação dos portugueses como base para a competitividade, e considerou que é preciso dar tempo ao PSD.

António Costa assumiu esta posição em declarações aos jornalistas, no último ponto de agenda da visita conjunta a Paris com o Chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto apreciava uma exposição do pintor português Amadeu de Souza Cardoso, no Gand Palais. O primeiro-ministro considerou que existe “uma grande unidade na defesa dos interesses nacionais” entre Governo e Presidente da República.

Questionado sobre a relação com o PSD, respondeu: “Eu acho que é preciso dar tempo e também respeitar as diferenças dos outros. E acho que temos de conseguir ir superando e vencendo essas diferenças”.

“O país viveu aqui momentos de alguma tensão. Acho que hoje estão superados, e estou certo de que também o PSD se saberá juntar a esse movimento, que é um movimento que todo o país deseja, de nos concentrarmos nos desafios do futuro”, acrescentou.

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