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António Costa com menos greves do que Passos Coelho

Durante este ano, o primeiro de António Costa enquanto primeiro-ministro, foram registados menos avisos de greve do que em 2015. O número é o mais baixo dos últimos dez anos.

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O primeiro ano do governo de Passos Coelho foi o que registou o maior número de greves

NUNO FOX/LUSA

O primeiro ano do governo de Passos Coelho foi o que registou o maior número de greves

NUNO FOX/LUSA

Durante este ano, foram registados menos 430 avisos de greve do que em 2015. O número é o mais baixo dos últimos dez anos, de acordo com os dados da Direção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT) consultados pelo Diário de Notícias. Isto significa que, durante o primeiro ano do governo de António Costa, o número de greves foi inferior ao registado durante a legislatura de Pedro Passos Coelho.

Os números não enganam: até 30 de novembro, tinham sido entregues 381 pré-avisos de greve, com 111 a pertencerem ao setor empresarial do Estado. Se voltarmos atrás no tempo e olharmos para os dados de 2012, o primeiro ano da coligação PSD-CDS (que tomou posse em meados de 2011), o número é bem superior: 1.895. Este foi o pior valor registado pela DGERT durante esta década, tendo-se mantido elevado até 2014 e só registando uma descida significativa em 2014.

Como nem todos os avisos terminam em paralisações, estes nem sempre coincidem com o número de greves efetivas. O valor correspondente ao ano de 2016 só será conhecido em março, altura em que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social irá tratar todos os dados, mas espera-se que este seja inferior ao registado em 2015.

Os valores relativos às greves mostram as mesmas oscilações dos avisos de greve dos últimos anos: foi em 2012 que foi registado o número mais alto de paralisações — 127 –, num total de 92.324 trabalhadores em greve. Em 2013, o número desceu para 119, continuando a diminuir até 2015, ano em que foram organizadas apenas 75 greves.

De acordo com a DGERT, esta diminuição de trabalhadores em greve deve-se ao facto de não ter ocorrido “nenhuma grande greve de pluriempresa” durante esses anos, “ao contrário do que sucedeu nos dois anos anteriores”.

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