Incêndios

Duas aldeias evacuadas por precaução e estradas cortadas em Pampilhosa da Serra e Arganil

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O incêndio florestal que deflagrou esta noite no concelho de Pampilhosa da Serra obrigou à evacuação de duas povoações de Arganil, para onde está a progredir uma das quatro frentes do fogo.

PAULO NOVAIS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O incêndio florestal que deflagrou esta noite no concelho de Pampilhosa da Serra obrigou à evacuação de duas povoações de Arganil, concelho para onde está a progredir uma das quatro frentes do fogo.

“Por precaução” foram evacuadas as localidades de Porto Castanheiro e Parrosela, no concelho de Arganil, distrito de Coimbra, disse à agência Lusa, pelas 12h45, fonte da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Durante a noite e madrugada de hoje também foi necessário, igualmente como medida preventiva, evacuar algumas habitações isoladas de localidades como Cavaleiros de Cima, Cavaleiros de Baixo, Relvas e Teixeira, na freguesia de Fajão-Vidual, no município de Pampilhosa da Serra (Coimbra), em cuja área florestal o fogo teve início, pelas 23:20 de sexta-feira.

As estradas nacionais (EN) 544 e 508 estão cortadas ao trânsito naquela zona, das encostas da Serra do Açor, no interior do distrito de Coimbra.

As chamas estão a ser combatidas por 509 operacionais, apoiados por 152 veículos e quatro meios aéreos, três dos quais pesados (dois aviões e um helicóptero), disse ainda à agência Lusa o comandante Pedro Araújo, da ANPC.

O incêndio, com quatro frentes ativas, “arde com intensidade” e a sua propagação é favorecida pelos ventos fortes que se fazem sentir na região, acrescentou o responsável.

O facto de se estar perante um povoamento florestal muito denso, com “elevada carga combustível” e de acessos difíceis dificulta o combate às chamas, não sendo possível prever quando poderão vir a ser dominadas, referiu Pedro Araújo, sublinhando que o fogo “está longe de ser dominado”.

De acordo com a página da ANPC na internet, pelas 13h15 registavam-se no território do continente um total de 43 incêndios florestais, 18 dos quais em curso (12 em resolução e 13 em conclusão), mobilizando, no seu conjunto, cerca de 1.750 operacionais, apoiados por meio milhar de viaturas e 13 meios aéreos.

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