Grammys

Rosas brancas e vestidos pretos, a passadeira dos Grammy continuou (em parte) o luto

A passadeira dos Grammys arrancou com flores brancas nas mãos, em protesto contra o assédio sexual. O preto, que não era dress code obrigatório, esteve em destaque, mas não esteve sozinho.

ANGELA WEISS/AFP/Getty Images

A cor preta que esteve em destaque na última gala dos Globos de Ouro foi substituída, na madrugada de segunda-feira, pelo discreto branco. Na 60º edição dos Grammy Awards, os artistas que dominam a indústria da música norte-americana desfilaram na passadeira vermelha com uma rosa branca nas mãos, presa ao ombro ou na lapela do casaco para continuar o protesto contra o assédio sexual, em sintonia e solidariedade com o movimento “Time’s Up”.

Apesar do dress code ser formalmente diferente do da 75º edição dos Globos de Ouro, houve quem jogasse pelo seguro e se vestisse novamente de preto, embora não num look integral: é o caso de Lady Gaga, Kelly Clarkson e Janelle Monae, as primeiras cantoras a pisarem a passadeira vermelha da gala que, pela primeira vez em 15 anos, regressou a Nova Iorque e ocupou o Madison Square Garden. Também Rita Ora e Miley Cyrus desfilaram de preto.

A contrastar com os looks dramáticos e com pouca cor, estiveram vestidos como o vermelho vivo de Camila Cabello, o dourado de Ashanti ou o prateado de Chrissy Teigen. Lana Del Rey optou por um vestido mais fluído e de tom neutro, à semelhança do que fizeram outras artistas, como Bebe Rexha e Hailee Steinfeld (sem contar com as botas de cano alto, de um roxo intenso).

As cores garridas que marcaram os SAG Awards ficaram para trás q.b, mesmo numa cerimónia que já antes ficou conhecida por ser a noite das extravagâncias. Não esquecer que esta foi a gala que nos trouxe, em 2000, o Versace verde de Jennifer Lopez, responsável por criar o Google Imagens, ou o smoking roxo de Kanye West, em 2006.

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