Disputa-se hoje o e-Prix de Roma, corrida que não só marca o começo da segunda metade da temporada, até aqui liderada por Jean-Éric Vergne – o francês da Techeetah soma 109 pontos, ou seja, mais 30 do que o vice-líder Felix Rosenqvist –, como se disputa naquele que é o segundo maior traçado do calendário do campeonato reservado a fórmulas exclusivamente eléctricos. Com os seus 2,86 km, o traçado italiano é apenas batido pelos 3 km da prova de Marraquexe. Mas, mais do que isso, o circuito de Roma contempla 21 curvas e uma topografia especialmente invulgar, face às restantes cidades visitadas pelos Fórmula E (FE).

Pormenores técnicos à parte, a verdade é que o e-Prix de Roma “descolou” antes de se dar o arranque da prova já que, a meio da semana, foram vários os pilotos que fizeram do Vaticano uma espécie de grelha de partida, com o Papa Francisco a abençoar as equipas e até um Fómula E.

As reacções dos pilotos nas redes sociais, para descrever o impacto de tal encontro, não podiam ser mais expressivas. Ficam aqui algumas delas:

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Recorde-se que Francisco não só é um acérrimo defensor de soluções de mobilidade amigas do ambiente, como há tempos recebeu o primeiro Opel 100% eléctrico, o Ampera-e.

Abençoado Opel Ampera-e. Vaticano sem CO2

Agora que até FE foi abençoada pelo líder da igreja católica, impõe-se a questão: para quando um papamóvel eléctrico? A resposta, por enquanto, ainda está no segredo dos deuses.