António Costa

O momento de Costa com os príncipes Aga Khan

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Primeiro-ministro posou para a fotografia com irmão Aga Khan e só depois com o líder. Assessores dizem que Costa e Amyn se conhecem há anos e que por isso quis posar ao lado do príncipe

António Costa fez uma receção calorosa ao príncipe Amyn Khan à chegada da comitiva ao Palácio Foz, em Lisboa. O primeiro-ministro abraçou-o, conversou e posou para a fotografia com o príncipe perante os jornalistas, num momento que se estendeu para além dos habituais cumprimentos de circunstância, o que deixou a comitiva do líder ismaelita irrequieta. Um dos membros colocou até a mão no braço de António Costa (visível nas fotografias captadas pelo Observador) a alertá-lo que o líder Aga Khan estava a chegar, mais atrás.

Costa conhece bem Amyn há vários anos, e pelas melhores razões: foi ele quem deu o maior donativo (200 mil euros) para que o quadro “A Adoração dos Magos”, do pintor português Domingos António Sequeira (1768-1837), ficasse em Portugal, no Museu de Arte Antiga. O príncipe doou também 100 mil euros para a rearborização da Mata de Leiria.

Após a foto de Costa com o príncipe, a comitiva de Aga Khan abriu rapidamente alas para o líder seguir para a frente do grupo e António Costa tirou a fotografia com o convidado de honra – Aga Khan. Alguns jornalistas no local ficaram com a perceção de que nas primeiras imagens, Costa tinha posado por lapso. Mas não. O primeiro-ministro queria mesmo uma fotografia de Estado ao lado de Amyn.

Nesta primeira fotografia, é possível ver Costa a ser avisado da chegada de Aga Khan.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Na segunda fotografia,  Costa posa com Aga Khan.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Correção: Na versão original desta publicação, foi escrito que António Costa tinha tirado uma fotografia com o secretário de Aga Khan, depois de consultada uma fonte que erradamente identificou o príncipe Amyn dessa forma. O Observador não confirmou a identidade do príncipe Amyn e, por isso, pedimos desculpas aos leitores e aos visados.

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

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