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Reaproveitar, reciclar e renovar — verbos conjugados na perfeição por quem esteve no último dia de concertos no Parque das Nações. O cartaz, como já se previa, não marcou o estilo. O street style foi, na verdade, freestyle, salvo por quem soube recuperar peças de família e heranças de outras décadas e moldá-las ao seu próprio estilo. Vimos influências rockabilly, futuristas, da cultura pop ou simplesmente do festival do fim de semana anterior. A moda é muito isto: não inventar nada e reinventar com muito pouco.

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