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O governo de Emmanuel Macron sobreviveu esta terça-feira a duas moções de censura no parlamento francês, uma da direita e outro da esquerda, colocadas a votação na sequência do caso que envolve o seu ex-chefe de segurança, Alexandre Benalla.

Apesar de o partido de Emmanuel Macron, o Republic En Marche, ter uma maioria confortável no parlamento, a direita e a esquerda organizaram-se para apresentarem duas moções de censura ao governo francês.

A oposição aproveitou a oportunidade para denunciar o que consideram ser uma “crise constitucional”, mas não conseguiram os votos suficientes para provocarem a queda do governo, não chegando sequer a metade dos votos de que necessitavam.

O caso surgiu com a publicação de um vídeo onde o ex-chefe de segurança do presidente francês surge vestido com um uniforme da polícia a agredir dois manifestantes.

O Eliseu soube do caso e suspendeu Alexandre Benalla por duas semanas, mas não comunicou o caso às autoridades.

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