Rádio Observador

Rui Rio

Rui Rio defende solução pública para problema do alojamento universitário

"Uma situação destas não deve estar sujeita ao livre arbítrio da oferta e da procura e deve haver uma política pública para o efeito, com mais ou menos ajuda municipal", defendeu o presidente do PSD.

RODRIGO ANTUNES/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O presidente do PSD defendeu esta terça-feira que deve ser encontrada uma solução pública para o problema dos elevados custos do alojamento universitário, considerando que os estudantes não podem ficar dependentes “do livre arbítrio da oferta e da procura”.

“Uma situação destas não deve estar sujeita ao livre arbítrio da oferta e da procura e deve haver uma política pública para o efeito, com mais ou menos ajuda municipal, mas seguramente nacional”, defendeu Rui Rio, num colóquio organizado pelo Conselho Nacional de Juventude (CNJ) na sede do partido, em resposta a uma pergunta do presidente da Federação Académica do Porto, João Pedro Videira.

Para o presidente do PSD, as universidades, em conjunto com o Ministério da Educação, “têm de ter oferta de alojamento de molde a que não sejam as condições do mercado castradoras da liberdade do estudante poder estudar”, o que passaria pela construção de residências universitárias e uma menor concentração nas áreas de Lisboa e Porto.

Rio escusou-se a responder diretamente à pergunta de João Videira sobre a cidade do Porto, da qual foi autarca, até porque “seria polémica”: “Se fosse presidente da Câmara Municipal do Porto, dava a resposta direitinha”.

“Direitinho” foi também a forma como o líder do PSD classificou o seu percurso de vida, em resposta a uma pergunta sobre que conselho daria “ao Rui Rio com 25 anos”.

“Não faria nada de diferente, fiz direitinho: com 25 anos estava a trabalhar, com 26 saí para o serviço militar”, afirmou, aproveitando para fazer um ‘à parte’ que provocou risos entre os jovens na assistência. “Não estive na guerra, só na guerra cá dentro – aliás continuo na guerra agora, só que na altura era graduado e agora sou general, há quem diga general sem tropas”, acrescentou, em tom bem-disposto.

O presidente do PSD assegurou que voltaria a entrar na política, apesar de admitir não ser “o melhor caminho para se encontrar a felicidade e ganhar dinheiro”, e deixou um conselho a um jovem que hoje tenha 25 anos. “Façam como eu fiz”, aconselhou.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
PSD

Rui Rio precisa do eleitorado de direita /premium

João Marques de Almeida
327

O eleitorado de direita deve obrigar Rui Rio a comprometer-se que não ajudará o futuro governo socialista a avançar com a regionalização e a enfraquecer o Ministério Público. No mínimo, isto.

Combustível

O mundo ao contrário /premium

João Pires da Cruz

Se o seu depósito é mais importante do que aquilo que os pais deste bebé sentiram quando lhes disseram que o filho deles morreu instantes depois do nascimento, é porque tem o mundo ao contrário.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)