Rádio Observador

Passadeira Vermelha

Taylor Swift tentou, mas foi Jennifer Lopez quem arrasou nos American Music Awards

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Em noite de American Music Awards, em Los Angeles, a passadeira vermelha foi de extremos. Entre vestidos dignos dos Óscares e visuais deslavados, a vencedoras fizeram-se notar a léguas.

Numa noite dedicada à música (à exceção dos Grammy), o registo é sempre o mesmo —  entre convidados overdressed e outros tantos underdressed, passando pelos simplesmente ridículos, fica difícil chegar ao um veredito sobre quem está bem e quem errou redondamente no dress code. Os American Music Awards (AMA), cerimónia que premeia a produção musical nacional nos Estados Unidos, na noite desta terça-feira, em Los Angeles, não foi exceção. A própria natureza do evento é duvidosa. Ninguém parece saber muito bem se é para ir com um vestido de baile, como optou a cantora britânica Dua Lipa, ou se a fórmula passa por vestir qualquer coisa de mais arrojado, com um toque pop, cartada de Taylor Swift, que deu tudo num visual transgressor, mas que simplesmente não cola com aquela candura toda que, aos 28 anos, ainda mantém.

Jennifer Lopez, do alto dos seus 49 anos, apresentou-se fiel a si própria — silhueta clássica, composta por racha e decote, cor inebriante, tecido que esvoaça com a brisa e olhar de matadora. Só faltaram os brilhos e pedrarias. JLo é fã, mas pelos vistos até ela precisou de descansar. Vanessa Hudgens e Cardi B, com o seu estilo, no mínimo, exuberante, não chatearam ninguém. O mesmo não podemos dizer de Rita Ora, que pisou a passadeira vermelha com um dos vestidos mais sem graça de todos os tempos. A partir dela, é sempre a descer. O que dizer de Camila Cabello, que ainda não aprendeu a vestir-se à sua altura, que é de 1,57 metros? E de Tyra Banks e do seu visual, com qualquer coisa de carnavalesco?

A fotogaleria não nos deixa mentir. De Taylor e JLo às ilustres desconhecidas, veja os looks que marcaram a noite. E se Mariah Carey tivesse pisado a red carpet? Boa pergunta. A diva entrou direta no Microsoft Theater, caso contrário, tinha dado pano para mangas.

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