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Miguel Oliveira com melhor tempo pessoal no último dia de testes de MotoGP

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No último dia de testes, Miguel Oliveira conseguiu retirar quase um segundo ao registo conseguido na quarta-feira (2.00,902 minutos, fazendo, deste modo, o melhor tempo pessoal.

Os pilotos de MotoGP voltam à ação dentro de duas semanas, de 23 a 25 de fevereiro, no circuito de Losail, no Qatar

FAZRY ISMAIL/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O português Miguel Oliveira fechou esta sexta-feira com o melhor registo pessoal os três dias de testes de MotoGP no circuito de Sepang, na Malásia, terminando imediatamente a seguir às duas KTM oficiais, na 19.ª posição.

O piloto português da Tech3, a equipa satélite da marca austríaca, fez apenas 38 voltas, conseguindo, ainda assim, retirar quase um segundo ao registo conseguido na quarta-feira (2.00,902 minutos), primeiro dia desta bateria de testes.

O melhor tempo desta sexta-feira do piloto de Almada surgiu à nona passagem pela meta, em 1.59,949 minutos, a 1,710s do mais rápido, o italiano Danilo Petrucci (Ducati), mas a apenas 198 milésimos do espanhol Pol Espargaró (18.º do dia) e a 309 da melhor KTM, do francês Johann Zarco (17.º).

Definitivamente, demos um passo em frente. E este foi um dos dias mais competitivos em Sepang, com seis pilotos abaixo do recorde do circuito [1.59,053 minutos], o que é uma loucura, mas estou satisfeito”, disse Miguel Oliveira, que terminou a jornada mais cedo devido ao cansaço acumulado.

Ao longo dos três dias, o piloto português conseguiu ir melhorando a confiança e os registos de tempo: “No geral, foi um bom teste. O meu alvo era a melhor das KTM e terminámos a três décimas do [Johann] Zarco, que leva três anos em MotoGP. O Pol [Espargaró] tem ainda mais e já conta três anos na KTM. Sinto que me adaptei bem à mota e que trabalhei bem com a equipa”, explicou Oliveira.

O facto de não ter conseguido reunir as condições ideais de configuração da mota, pneus e temperatura de asfalto e ainda assim ter conseguido bons tempos, deixa margem de progressão para o futuro.

“Para mim, é difícil apontar algo à equipa que me faça ir mais rápido, pois isto é o mais rápido que já andei e a melhor mota que tive até agora. Sinto que não extraímos todo o potencial do conjunto que tínhamos. Talvez pudesse ser uns décimos de segundo mais rápido. Sabemos que o potencial está lá e com pneus usados fomos competitivos”, sublinhou o piloto da KTM, que terminou os três dias em Sepang com 158 voltas completadas.

A marca austríaca esteve a testar diferentes configurações aerodinâmicas, que agradaram ao piloto português: “Usámos novas aletas. São pequenas recomendações que a nossa equipa deu à KTM e a fábrica fez um bom trabalho ao trazer novos componentes para a Malásia. Isso deu-me mais confiança com a mota para poder ser mais rápido e estar confortável”, explicou Miguel Oliveira.

O dia foi dominado pela Ducati, que colocou quatro motas nos quatro primeiros lugares. O espanhol Maverick Viñales (Yamaha) foi o quinto mais rápido, a 405 milésimos de Petrucci. Os pilotos de MotoGP voltam à ação dentro de duas semanas, de 23 a 25 de fevereiro, no circuito de Losail, no Qatar, palco da prova de abertura do Campeonato do Mundo, em 10 de março.

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