Foi um dos momentos altos da manhã do Congresso do Aliança. O antigo secretário-geral adjunto do PSD e nº2 da comissão instaladora do partido, Luís Cirilo, fez de Filomena Cautela numa espécie de Festival da Canção e apresentou três músicas a concurso. O objetivo é que os militantes escolham o hino do novo partido, numa votação que está a decorrer numa plataforma online criada para o efeito. “Não se assustem que não vou ser intérprete“, disse ao chegar ao palco. Depois seguiram-se os momentos musicais, em que os três temas tocaram nas colunas, ao mesmo tempo que no palco passavam videoclips rudimentares com imagens de bandeiras da Aliança ou fotografias de Santana Lopes. Pelo aplaudómetro da Arena de Évora, a canção número três, da autoria de António Pinto Basto, é a favorita à vitória.

Pode ouvir aqui a versão proposta por António Pinto Basto:

Que tem a seguinte letra:

Aliança, Aliança

Será boa esperança na terra e no mar

Aliança, Aliança novo mundo Portugal a chamar

Aliança, Aliança será

Porque o povo quer acreditar

Na mudança, nesta Aliança, pelo futuro

Ousar, ousar

Somos nós que temos na mão

O futuro que queremos erguer

A nossa terra é um coração

Dentro do peito  a pulsar renascer

Junto faremos por toda a parte

Unindo as cores da nossa bandeira

Com empenho, engenho e arte

Mais Portugal à sua maneira”

O antigo presidente da câmara municipal da Covilhã e antigo deputado do PSD, Carlos Pinto, apresentou uma música em que Aliança rima com esperança. E nascer com renascer, crescer e vencer.

A letra da música de Carlos Pinto é a seguinte:

Aliança meu caminho

Oceano de Portugal

Tu serás a nossa esperança

Eu serei teu vendaval

Qualquer dia anuncias que o mundo vai renascer

Aliança só tu podias pôr Portugal a nascer

Liberdade e Aliança, Liberdade e Aliança, Liberdade e Aliança

contigo vamos crescer

Liberdade e Aliança, Liberdade e Aliança, Liberdade e Aliança

Contigo vamos vencer”

Outra das músicas foi escrita por José da Câmara, em que o fadista fala de um tempo “pra sorrir” e “pra sonhar” que “há-de vir”: