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Ciclismo

W52-FC Porto quer “ganhar estatuto” no segundo escalão do ciclismo mundial

A W52-FC Porto pretende "ganhar estatuto" e consolidar a presença dos dragões no escalão Profissional Continental. Equipa vai disputar as provas nacionais na íntegra e várias corridas internacionais.

A W52-FC Porto está a correr a temporada de 2019 no escalão Profissional Continental, o segundo da hierarquia mundial

NUNO VEIGA/LUSA

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  • Agência Lusa
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A W52-FC Porto está a correr a temporada de 2019 no escalão Profissional Continental, o segundo da hierarquia mundial, e o diretor desportivo explicou à Lusa que pretende “ganhar estatuto” e consolidar a presença dos dragões. Segundo Nuno Ribeiro, a intenção é poder “fazer coisas bonitas durante o ano”, confirmou à Lusa à margem da Volta ao Algarve, que terminou no domingo.

“O arranque da época está a correr bem, acho. Em Valência [na Volta à Comunidade Valenciana], queríamos ganhar ritmo, para chegarmos ao Algarve e fazermos algo positivo”, apontou.

Na 45.ª edição da Algarvia, que foi vencida pelo esloveno Tadej Pogacar (UAE-Emirates), os azuis e brancos conseguiram um nono lugar final na geral, pelo luso João Rodrigues, sétimo na chegada ao Malhão.

A equipa vai disputar as provas nacionais na íntegra e várias corridas internacionais, num “calendário com nível competitivo bastante elevado”, sobretudo na segunda metade do ano. Ainda assim, o objetivo principal “é sempre a Volta a Portugal”, que venceu nos últimos dois anos com o espanhol Raúl Alarcón, depois do triunfo de Rui Vinhas, em 2016, em paralelo com a tentativa de “ganhar estatuto a nível internacional e fazer uma boa época”.

“Queremos agarrar as oportunidades para que a comunidade do ciclismo possa ficar com outro tipo de atitude perante a nossa equipa, para depois podermos receber convites [para provas de categoria mais alta] ainda melhores”, detalhou o diretor desportivo.

Desde 2008, com o Benfica, que uma equipa portuguesa não ascendia ao escalão PCT, pelo que a responsabilidade nos ombros da equipa liderada por Nuno Ribeiro é “boa”, até pela oportunidade de “dignificar o ciclismo português a nível internacional”.

“É importante para a equipa, o ciclismo português, para todos. Nos últimos anos, já tínhamos alguns ciclistas a fazer grandes coisas, mas não uma equipa. Espero que possamos manter um bom nível e ganhar espírito competitivo a nível internacional, para, aí sim, pensar noutros voos”, declarou.

À Lusa, o corredor português Samuel Caldeira manifestou a ambição de a equipa manter “a imagem” que a marca, destacando os bons reforços trazidos em 2019, nomeadamente Rafael Reis e Joaquim Silva, ambos ex-Caja Rural, mas também Daniel Mestre (ex-Efapel), Edgar Pinto (ex-Vito-Feirense-PNB) e Jorge Magalhães e Francisco Campos, que estavam na Miranda-Mortágua.

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