Donald Trump

Donald Trump assina o primeiro veto desde que está na presidência

O Presidente dos EUA já tinha dito que iria vetar a resolução aprovada pelo Senado norte-americano que pretendia travar a declaração de emergência nacional relativa ao muro na fronteira com o México.

SHAWN THEW/EPA

Donald Trump vetou esta sexta-feira a legislação para tentar anular a declaração de emergência nacional que fez para a fronteira entre o México e os Estados Unidos, de forma a construir o muro. A decisão foi tomada durante uma reunião na Sala Oval da Casa Branca, avançou a CNN. Foi a primeira vez que o Presidente dos Estados Unidos utilizou o poder de veto desde que subiu ao cargo em 2017.

Após o veto, Donald Trump publicou um vídeo no Twitter onde refere que se trata “definitivamente de uma emergência nacional” e surge a assinar o veto pela primeira vez desde que foi eleito Presidente dos Estados Unidos.

O Senado norte-americano, recorde-se, tinha revogado esta quinta-feira a declaração de emergência nacional na fronteira. A votação na câmara alta dos Estados Unidos tombou para a revogação graças ao voto de 12 senadores republicanos que votaram ao lado dos 49 democratas para revogar a declaração de emergência nacional. No Senado a maioria é republicana (53-47) mas nem isso foi suficiente para que Donald Trump conseguisse o apoio de que necessitava para encetar a construção do muro. A votação dos senadores terminou com 59 votos a favor – e 41 contra – o projeto de lei que previa anular a declaração de emergência nacional.

Depois desta decisão, o Presidente norte-americano já tinha indicado que iria vetar a legislação. Numa publicação no Twitter, Trump disse estar preparado para vetar a resolução “que abre fronteiras enquanto aumenta o crime, as drogas e o tráfico no país”. “Agradeço a todos os fortes republicanos que votaram a favor da segurança fronteiriça e ao nosso muro desesperadamente necessário”, acrescentou ainda.

O veto de Donald Trump faz com que esta resolução seja enviada de volta para a Câmara de Representantes, onde será necessário pelo menos dois terços de votos para que se consiga rejeitar de novo a proposta do Presidente.

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