A taxa de desemprego atingiu, em março, novos mínimos na zona euro (7,7%) e na União Europeia (UE), com Portugal em linha com a média dos 28 Estados-membros (6,4%) segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Eurostat.

De acordo com o gabinete estatístico europeu, na zona euro, a taxa de desemprego recuou para os 7,7%, quer na comparação com os 8,5% homólogos, quer com os 7,8% de fevereiro, registando o valor mais baixo desde setembro de 2008.

Na UE o desemprego diminuiu para os 6,4%, um novo valor mínimo desde janeiro de 2000 e que compara com os 7,0% homólogos e os 6,5% de fevereiro.

A República Checa (1,9%), a Alemanha (3,2%) e a Holanda (3,3%) registaram em março as menores taxas de desemprego, enquanto a Grécia (18,5%, em janeiro), a Espanha (14,0%) e a Itália (10,2%) apresentaram as mais altas.

Na comparação homóloga, a taxa de desemprego recuou em todos os Estados-membros exceto na Suécia, onde se manteve estável, tendo os principais recuos sido observados na Grécia (de 20,6% para 18,5%, dados de janeiro), na Estónia (de 6,7% para 4,6%, dados de fevereiro) e em Chipre (de 9,0% para 7,0%).

Em Portugal, a taxa de desemprego recuou para os 6,4% – abaixo da registada na zona euro e em linha com a da UE – face aos 7,4% de março de 2018 e aos 6,5% de fevereiro último.

Economia da zona euro cresce 1,2% no primeiro trimestre

A economia da zona euro cresceu 1,2% no primeiro trimestre do ano em termos homólogos e 0,4% na variação em cadeia, segundo uma estimativa rápida divulgada esta terça-feira pelo Eurostat.

Na União Europeia (UE), o produto interno bruto (PIB) aumentou 1,5% em termos homólogos e 0,5% na variação trimestral.

No último trimestre de 2018, o PIB da zona euro tinha crescido 1,2% na variação homóloga e 0,2% em cadeia e o da UE 1,5% e 0,3%, respetivamente.