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Wall Street fecha em alta graças a pequena distensão na relação EUA-China

A bolsa nova-iorquina encerrou em alta, com os investidores a beneficiarem de uma clara recuperação, graças a uma aparente pequena distensão nas negociações comerciais entre Pequim e Washington.

ANDREW GOMBERT/EPA

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  • Agência Lusa
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A bolsa nova-iorquina encerrou esta terça feira em alta, com os investidores a beneficiarem de uma clara recuperação depois da pior sessão em quatro meses, graças a uma aparente pequena distensão nas negociações comerciais entre Pequim e Washington.

Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average subiu 0,82%, para os 25.532,05 pontos, e o tecnológico Nasdaq 1,14%, para as 7.734,49 unidades.

O alargado S&P500 progrediu 0,80%, para os 2.834,41 pontos.

Atingidos em pleno por um aumento súbito de tensão entre China e Estados Unidos da América e o seu impacto potencial na economia, o Dow Jones e o S&P500 sofreram na segunda-feira a pior sessão em quatro meses.

A guerra comercial tinha recomeçado com o anúncio de represálias chinesas ao agravamento de direitos alfandegários nos EUA anunciados na semana anterior.

Depois desta “queda rude” de índices, a sua progressão verificada deve ser considerada antes de mais como uma recuperação, na opinião de Terry Sandven, da US Bank Wealth Management.

Mas os investidores também estiveram “com a melhor das disposições” depois das afirmações mais conciliadoras do Presidente norte-americano, Donald Trump, segundo Patrick O’Hare, da Briefing.

O inquilino da Casa Branca, por um lado, garantiu que não tinha tomado qualquer decisão sobre a eventualidade de direitos alfandegários suplementares à quase totalidade das importações provenientes da China.

Apenas encarregou o seu negociador principal, Robert Lighthizer, de averiguar a oportunidade de o fazer.

“O Presidente também sugeriu que se deveria apurar dentro de três ou quatro semanas se as negociações com a China são frutíferas”, com Trump a sublinhar que iria reunir com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, na cimeira do G20, no Japão, no final de junho, acrescentou O’Hare.

“Os atores do mercado, no fundo, não sabem mais do que na segunda-feira, mas o tom aparentemente mais conciliador ajudou os índices”, adiantou.

“Vamos agora concentrar-nos na cimeira do G20 no Japão e, enquanto esperamos, provavelmente vamos continuar a ver mais volatilidade”, estimou Sandven.

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