Rádio Observador

Observador

A Rádio Observador está a chegar. Veja aqui como vai ser

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O Observador vai ser também uma rádio, FM em 98.7 na Grande Lisboa, brevemente também no Porto. E online, claro. Veja aqui algumas das figuras que o vão manter informado. Aconteça o que acontecer.

“Rádio Observador. Aconteça o que acontecer.” É a frase da estação que muito em breve vai poder ouvir em 98.7 FM na Grande Lisboa, a curto prazo também no Grande Porto e noutras zonas do país, e online, em qualquer lugar. Sempre a contar o que se passa no mundo, em noticiários de 30 em 30 minutos, 24 horas por dia, ou interrompendo a programação para emissões especiais quando a atualidade o justificar. Queremos fazê-lo num tom informal e descontraído, e com a credibilidade e a informação de referência do Observador.

As manhãs na antena arrancam com a Maria João Simões (ex-apresentadora da SIC e da RTP e ex-locutora das manhãs da RFM e da Comercial), a Carla Jorge de Carvalho (que depois de 18 anos como pivô da SIC Notícias regressa assim à rádio, onde começou a carreira), o Paulo Ferreira (que integrou as direções da RTP, do Público e do Jornal de Negócios) e a Judite França (que dirigiu a Agência Financeira e foi até há pouco tempo grande repórter da TVI).

Pelas manhãs vão passar diariamente o José Manuel Fernandes, com a sua opinião ContraCorrente; o Miguel Pinheiro vai apontar todas as manhãs o Bom, o Mau e o Vilão; a Filomena Martins vai escolher as histórias mais surpreendentes noutros fusos horários, na rubrica Jet Lag; o Pedro Sousa, comentador do Canal 11, ex-editor de Desporto da Renascença e ex-comentador da TVI, vai analisar de segunda a sexta as principais histórias de desporto, e o humorista David Cristina vai dizer, enfim, disparates, para nos fazer rir.

Ao fim da tarde, o editor executivo Ricardo Conceição, que esteve 20 anos na Renascença, e a Ana Filipa Rosa, ex-animadora da RDP Internacional e da rádio Zig Zag, vão acompanhá-lo no regresso a casa, conversando sobre as principais histórias com os jornalistas da redação do Observador que melhor dominam esses temas e que os estiveram a tratar ao longo do dia.

Todas as tardes recebem o psicólogo e psicanalista Eduardo Sá, que vai estar à conversa e a virar do avesso os pais e os filhos, e tudo o resto que faz parte dos nossos dias e que, muitas vezes, não sai nos jornais. E Alberto Gonçalves, um dos colunistas mais populares do Observador, também fará uma crónica conversada, todos os dias depois das 18h30.

Entre os programas semanais, Laurinda Alves fará todos os domingos uma entrevista intimista, espaço que se chamará “Imperdíveis”.

Destacamos também por agora “E o resto é História”, da autoria do historiador Rui Ramos e do jornalista João Miguel Tavares, que pretendem, nas palavras dos próprios, “extirpar a História (sobretudo a de Portugal) do seu registo poeirento e gongórico, tornando-a aquilo que ela merece ser: fascinante, apaixonante, acessível, discutível, polémica (se for preciso) e um instrumento precioso para compreender o mundo em que vivemos”. O tom será obviamente informal, como no resto da emissão, e Rui Ramos faz no fim do vídeo uma promessa inusitada, caso o programa se torne um sucesso: envolve uma tatuagem.

Esta é apenas uma pequena amostra do que aí vem. Muito em breve, teremos mais novidades. Estamos quase no ar.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros de órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

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