Em matéria de design, os Prémios Red Dot têm uma palavra a dizer (e respeitada) desde 1995, ano em que foram atribuídos pela primeira vez. Os projectos distinguidos com o galardão “Best of the Best”  são vistos como visionários e inovadores, daí que, ano após ano, aumente a lista de candidaturas a escrutínio. Nesta sua última edição, o concurso teve 5500 inscritos, mas só 80 receberam a distinção máxima. O novo Mazda 3, lançado no início deste ano, foi um deles.

A estética japonesa e o minimalismo da carroçaria do best-seller da Mazda colheram o aplauso de um painel internacional de jurados, especializados em design, o que conduziu ao 7.º galardão Red Dot atribuído a modelos do fabricante nipónico. O novo Mazda3 junta-se, assim, ao MX-5 RF, que o conquistou em 2017, ao MX-5 Soft-Top, CX-3 e Mazda2 (premiados em 2015), à anterior geração do Mazda3 (2014) e ao Mazda6 (2013).

Desfizemo-nos das linhas vincadas e de outros elementos supérfluos para expressar a pureza da estética japonesa, criando uma forma de movimento único, que se mostra tão simplista e, simultaneamente, tão expressiva. O nível de requinte é o produto de mãos humanas com uma vasta experiência, pelo que estamos encantados por ver esse trabalho reconhecido pela comunidade global de design”, declarou o designer-chefe do novo 3, Yasutake Tsuchida.

Recorde-se que, além de materializar a mais recente evolução do chamado design Kodo – A Alma do Movimento, a nova geração do Mazda3 estreia o primeiro motor a gasolina com ignição por compressão, de produção do mundo. Embora a gasolina, o Skyactiv-X promete, em determinadas condições, funcionar como se fosse um diesel, com as vantagens que isso deverá acarretar em termos de consumo e dinâmica de condução, aliados a emissões mais baixas.