Inovação e Renault são duas palavras que é comum ver na mesma frase desde o final do século XIX. Alguns dos modelos mais históricos da marca francesa marcaram épocas e influenciaram muitos outros que se seguiram. Porque, de uma maneira ou de outra, cada um deles foi inovador.

Com o recente lançamento do renovado Renault Zoe, essa tradição mantém-se. Este é um automóvel inovador a todos os níveis, do design à tecnologia, e cujo grande trunfo é a sua autonomia de 395 quilómetros em ciclo WLTP (Worldwide Harmonised Light Vehicle Test Procedure). Mas vamos por partes: eis, primeiro, o que muda no posto de condução.

Já no exterior, mantém-se a maioria das características, apenas com ligeiras alterações ao nível da grelha e do losango. Mas a mais impressionante novidade é mesmo a autonomia de 395 quilómetros (WLTP) que não só dispensa as cargas diárias, tão associadas ao uso dos veículos elétricos, como até permite percorrer o país de lés a lés, sem paragens. Ou seja, com apenas uma carga é possível ir de Lisboa a Vila Nova de Foz Côa, das Caldas da Rainha a Vila Real de Santo António, do Porto à Comporta ou de Braga a Santarém. E se, por qualquer motivo, quiser fazer um desvio não planeado, bastam trinta minutos para obter mais 150 quilómetros de viagem, em carga rápida.

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