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Miguel Oliveira sofreu, na manhã deste sábado, uma queda aparatosa na terceira sessão de treinos livres do Grande Prémio da Emilia Romagna, em Misano. A queda do piloto português, de 25 anos, deu-se já perto do fim da sessão, quando tentava atacar a passagem direta à Q2. Oliveira foi assistido, com queixas no ombro direito, e levado para o centro médico do circuito, mas não sofreu uma lesão grave que o impedisse de competir.

“Abalado e magoado, mas ao menos podemos confirmar que o Miguel não partiu nada”, avançou a sua equipa, numa publicação no Twitter. Ainda assim, Miguel Oliveira, que já tinha caído na 8.ª curva, ficou impossibilitado de discutir um lugar de acesso direto à Q2. Apesar disso, o piloto português voltou à pista durante a quarta sessão de treinos livres e foi melhorando o próprio tempo a cada volta, terminando na décima posição.

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Na qualificação propriamente dita, o piloto da Tech 3 ainda esteve perto de registar o melhor tempo da Q1 e sonhar com uma presença na Q2 mas acabou por não conseguir, acabando por não alcançar melhor do que o 15.º lugar na grelha do Grande Prémio deste domingo. A pole-position acabou por ser assegurada por Maverick Viñales, da Yamaha, com Jack Miller e Fabio Quartararo a ficarem com a segunda e terceira posições do grid de partida.

Terminada a qualificação, Miguel Oliveira prometeu “não baixar os braços” no Grande Prémio deste domingo e fazer uma corrida “ao ataque do início ao fim”. “Depois das quedas desta manhã, saímos para o FP4 [quarta sessão de treinos livres] com o objetivo de ganhar um pouco mais de confiança. Conseguimos um bom ritmo. Na qualificação, melhorei o meu tempo por volta, mas não foi suficiente para passar para a Q2. Faltou velocidade, faltou juntarmos todos os setores na volta rápida”, explicou o piloto português, que reconheceu que terá uma “corrida dura” mas espera “trazer para casa o maior número de pontos possível. “Temos de ir ao ataque de início ao fim, fazer uma corrida inteligente e trazer o que for possível para casa”, terminou Oliveira.