Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Pouco passava das 8 da manhã e pelos portões da fábrica da Super Bock, em Leça do Balio, Matosinhos, o segurança permitia a entrada e saída de alguns veículos. José Eduardo foi o primeiro a chegar ao ponto de encontro da manifestação anunciada há uma semana. Trabalha na empresa há 21 anos e integra o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (Sintab).

De papel na mão, torce para que a chuva dê tréguas e cumprimenta os colegas que se juntam a ele numa greve que pretende paralisar a produção durante 24 horas. Em causa está o despedimento de 16 trabalhadores precários e um acordo que a administração do grupo celebrou, em janeiro, com o sindicato no Ministério do Trabalho, garantindo a integração destes funcionários nos quadros da empresa.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.