Os ministros das Finanças e do Ambiente foram ao Parlamento responder às suspeitas suscitadas pela oposição sobre uma borla fiscal dada à EDP. Nesta segunda audição a membros do Governo sobre a polémica venda de seis barragens por 2,2 mil milhões de euros, João Leão, acompanhado do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (António Mendonça Mendes, e Matos Fernandes, foram mais bem preparados para responder às perguntas e havia mais documentação para analisar o negócio. Nem toda dada pelo Governo.

Leão diz que Fisco já está a recolher elementos para uma eventual cobrança de imposto à EDP

A primeira novidade veio do lado do Bloco de Esquerda, com a Mariana Mortágua a citar um parecer interno da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), assinado pela diretora de recursos hídricos, o qual defende que não estão reunidas as condições legais para autorizar a transferência destes contratos da EDP para a Engie.. Neste parecer de julho de 2020 (que não foi enviado pelo Governo ao Parlamento), a diretora alerta para o facto de as contrapartidas ambientais prometidas pela EDP nas barragens do Baixo Sabor e Foz Tua não estarem todas implementadas.

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