O Conselho de Segurança da ONU condenou esta segunda-feira “o mais firmemente possível” a “tentativa de assassínio” contra o primeiro-ministro iraquiano, Moustapha al-Kazimi, cuja residência foi alvo domingo de um ataque com drones (aparelhos aéreos não tripulados) armadilhados.

Numa declaração conjunta, os 15 Estados membros do Conselho de Segurança enfatizam “a necessidade de que os perpetradores, organizadores, financiadores e apoiantes dos atos repreensíveis de terrorismo sejam responsabilizados e levados à justiça”, exortando todos os países a “cooperar ativamente com o Governo do Iraque”.

No comunicado, o Conselho de Segurança das Nações Unidas reafirma ainda o apoio à “independência, soberania, unidade, integridade territorial, processo democrático e prosperidade do Iraque“.

O primeiro-ministro iraquiano saiu ileso do ataque de domingo, que não foi reivindicado, num contexto de tensões que aumentaram após as eleições legislativas de outubro.

Ataque com drone contra líder iraquiano levanta suspeitas de envolvimento de milícias apoiadas pelo Irão