815kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

“Succession”, “O Poder do Cão” e a primeira atriz transgénero a ganhar: os vencedores de uns Globos de Ouro que “ninguém” viu

Este artigo tem mais de 2 anos

Parecia impossível uma cerimónia dos Globos de Ouro à porta fechada, sem câmaras, transmissão e “streams”. Aconteceu — e até teve distinções que ficam para a história. Estes foram os vencedores.

Television Academy's Reception To Honor 73rd Emmy Award Nominees
i

"MJ" Rodriguez tornou-se este domingo, 9 de janeiro (madrugada de 2ª, 10, em Portugal) a primeira atriz transgénero a vencer um Globo de Ouro

Matt Winkelmeyer/Getty Images

"MJ" Rodriguez tornou-se este domingo, 9 de janeiro (madrugada de 2ª, 10, em Portugal) a primeira atriz transgénero a vencer um Globo de Ouro

Matt Winkelmeyer/Getty Images

Desta vez não houve passadeira vermelha e não se viram lágrimas, discursos comovidos, sorrisos nas cadeiras ou o “glamour” e a consciência social de Hollywood a mostrarem-se ao mundo a partir de um palco. Foram uns Globos de Ouro diferentes, os de 2022: com cerimónia à porta fechada, invisíveis e isolados, acossados por uma investigação jornalística que fez mossa na credibilidade dos prémios (até aqui vistos como uma antecâmara dos Óscares) e visivelmente ignorados pelas indústrias de cinema e televisão que queriam premiar.

Existiram ainda assim vencedores, anunciados com uma discrição improvável para todos os que não estavam no tradicional salão do hotel Beverly Hilton, na Califórnia, a que se acedia apenas com convite. Através do Twitter e de um liveblog publicado no site oficial com atualizações permanentes, a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood — que organiza os Globos — ia dando conta de quem tinha vencido o quê por mensagens escritas. Mas com um lapso caricato, que ilustra na perfeição a queda em desgraça: no arranque da cerimónia, algumas das mensagens que revelavam os vencedores no tal liveblog repetiam-se ipsis verbis, quiçá por lapso informático.

Foi portanto sem a pompa e circunstância habituais que a associação que decide os nomeados e vencedores dos Globos de Ouro revelou que os filmes “O Poder do Cão” e “West Side Story” e a série “Sucession” eram os principais distinguidos em 2022, vencendo três categorias cada.

Maior significado histórico teve, porém, o Globo de Ouro atribuído a Michaela Jaé Rodriguez na categoria “Melhor Atriz TV: Drama”, pelo seu desempenho na série “Pose”. Na noite de este domingo, 9 de janeiro, madrugada de segunda-feira em Portugal, “MJ” Rodriguez tornou-se a primeira atriz transgénero a vencer um Globo de Ouro.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

25th Annual Critics' Choice Awards - Arrivals

"MJ" Rodriguez tornou-se a primeira atriz transgénero a vencer um Globo de Ouro

Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic

“MJ” Rodriguez concorria com atrizes como Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) e Jennifer Aniston (“The Morning Show”). Com a distinção, faz história nos Globos de Ouro, num ano em que os prémios foram boicotados por estúdios, produtoras, executivos e grandes figuras de Hollywood, na sequência de notícias sobre a ausência absoluta de jurados negros e sobre a relação eticamente questionável (e alegadamente, financeiramente proveitosa) de membros da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood com alguns players das indústrias de cinema e televisão dos EUA.

Através da rede social Instagram, a atriz já reagiu ao prémio. Agradecendo o “presente de aniversário” (faz anos a 7 de janeiro), apontou: “Esta é a porta que vai abrir possibilidades a muito mais pessoas jovens e talentosas. Essas pessoas vão aperceber-se que é mais do que possível conseguir isto. Irão ver uma miúda nova, negra e latina de Newark, Nova Jérsia, que tinha um sonho — mudar a mente dos outros com amor”.

O amor vence! Para os meus bebés LGBTQAI, estamos aqui! A porta agora está aberta, vamos chegar às estrelas! Às restantes nomeadas, uma palavra: somos rainhas. Estou tão feliz de partilhar o meu espaço convosco. Cada uma de vocês é fenomenal”

Não é a 1ª vez que a NBC decide não transmitir a cerimónia (mas quase)

Entre as primeiras críticas e a cerimónia que decorreu à porta fechada neste mês de janeiro, a organização dos Globos tentou reiteradamente transmitir uma mensagem de mudança interna. Desde logo, aprovou um novo código de conduta para os seus membros — que impõe mais obrigações éticas — e foram acrescentados 21 membros à organização, seis dos quais jornalistas negros, para garantir uma maior diversidade na composição do corpo votante que escolhe nomeados e vencedores.

As mudanças ainda assim não foram suficientes e a estação NBC, que alegadamente paga 60 milhões de dólares por ano para poder transmitir os Globos de Ouro, recusou-se a assegurar a transmissão da cerimónia em 2022, prometendo fazê-lo no próximo ano se a credibilidade dos prémios for restituída. E por mais surpreendente que seja, não é novidade histórica: como nota a Forbes, a estação já o tinha feito em 1968, por suspeitar então de que os Globos de Ouro “enganavam substancialmente o público quanto à forma como os vencedores eram escolhidos e aos procedimentos que resultavam nas escolhas”.

Os vencedores no cinema: de “O Poder do Cão” e “West Side Story” a “Encanto”

Não se pode dizer que, dadas as nomeações, as séries e filmes mais distinguidos da 79ª edição dos Globos de Ouros tenham sido escolhas inesperadas. A ter existido alguma grande surpresa, só mesmo a forma como “Belfast”, o filme do britânico Kenneth Branagh, acabou ignorado: depois de ser o filme mais nomeado a par de “O Poder do Cão”, acabou por vencer apenas uma das sete categorias para a qual fora pré-selecionado, a de “Melhor Argumento”.

Na sétima arte, o comité que decidiu as nomeações para os Globos de Ouro acabou por premiar antes “West Side Story”, a nova adaptação do musical feita por Steven Spielberg que em Portugal chegou às salas de cinema há um mês (a 8 de dezembro), e sobretudo “O Poder do Cão”, filme da cineasta neozelandesa Jane Campion disponível na Netflix.

Steven Spielberg e “West Side Story”: “Cantei fora de tom e dancei com o elenco como se tivesse três pés esquerdos”

Se “West Side Story” venceu três das quatro categorias a que estava nomeado — “Melhor Filme: Musical ou Comédia”, “Melhor Atriz: Musical ou Comédia” (Rachel Zegler)” e “Melhor Atriz Secundária” (Ariana DeBose) —, “O Poder do Cão” conseguiu o mesmo número de distinções vencendo algumas das categorias historicamente mais reputadas, como a de “Melhor Filme: Drama” (em que tinha a concorrência de “Belfast”, “CODA”, “Dune — Duna” e “King Richard: Para Além do Jogo”) e a de “Melhor Realizador”.

Menos sorte tiveram outros dois filmes que estavam nomeados para várias categorias (para quatro, em ambos os casos) mas que acabaram por não ser proporcionalmente premiados. “King Richard: Para Além do Jogo”, longa-metragem ficcional inspirada na relação das tenistas Venus e Serena Williams com o pai, venceu em apenas uma categoria, a de “Melhor Ator: Drama” pelo desempenho de Will Smith no papel de Richard Williams. Já “Não Olhem Para Cima” teve ainda menos sorte: não venceu qualquer Globo de Ouro, nem sequer nas categorias de interpretação a que Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence estavam nomeados.

O ator Will Smith no filme que lhe valeu um Globo de Ouro: "King Richard: Para Além do Jogo"

D. R.

Ainda no cinema, “Encanto” venceu o Globo de Ouro de “Melhor Filme de Animação” e a longa-metragem japonesa “Conduz o Meu Carro” venceu “Melhor Filme em Língua Estrangeira”, batendo, por exemplo, “A Mão de Deus” do italiano Paolo Sorrentino e “Mães Paralelas” do espanhol Pedro Almodóvar. Foram ainda distinguidos atores e atrizes como Nicole Kidman, pela sua interpretação no filme “Being the Ricardos”, Kodi Smith-McPhee (“O Poder do Cão”) e Andrew Garfield (“Tick, tick… BOOM!”).

Nas séries, nem “The Morning Show” nem “Squid Game”: a noite foi de “Succession” e “Hacks”

Ao contrário dos Óscares, mais dedicados ao cinema, e dos Emmy, mais dedicados às séries de televisão, os Globos de Ouro procuram premiar anualmente quer alguns dos filmes quer algumas das séries televisivas mais marcantes do ano.

No pequeno ecrã confirmou-se o favoritismo de “Succession”, que não só venceu três das cinco categorias a que estava nomeada como foi premiada com o Globo para “Melhor Série: Drama”, categoria em que enfrentava a concorrência de “Lupin”, “The Morning Show”, “Pose” e da muito popular “Squid Game”.

O pai, os filhos e todos os outros: “Succession” e os episódios de uma novela implacável

Os restantes dois Globos de Ouro para “Succession” premiaram os desempenhos de um ator e uma atriz da série que em Portugal pode ser vista na plataforma HBO: Jeremy Strong, que pelo papel de Kendall Roy venceu na categoria de “Melhor Ator” de uma série dramática, e Sarah Snook (Shiv Roy), que venceu na categoria “Melhor Atriz Secundária”.

Seguiu-se, nas séries mais premiadas, “Hacks”, distinguida com dois Globos de Ouro — bateu por exemplo “Ted Lasso” na categoria de “Melhor Série: Comédia ou Musical” e venceu “Melhor Atriz TV: Comédia/Musical”, pelo desempenho da atriz Jean Smart na interpretação da personagem Deborah Vance. A série criada por Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky foi distinguida em todas as categorias em que o poderia ser: teve três nomeações mas uma foi pela interpretação de Hannah Einbinder, pré-selecionada para a mesma categoria a que concorria a colega de elenco (mais veterana) Jean Smart.

Nomeada para quatro categorias, “The Morning Show” não foi distinguida com nenhum Globo de Ouro, ao contrário de “Ted Lasso”, que também teve quatro nomeações e venceu uma categoria, a de “Melhor Ator TV: Comédia/Musical” (Jason Sudeikis). O mesmo número de Globos de Ouro, um, foi entregue a “Squid Game” pelo desempenho do ator sul-coreano O Yeong-Su na interpretação da personagem Oh Il-nam.

O corpo votante dos Globos de Ouro distinguiu ainda a série “The Underground Railroad” (na categoria “Melhor Minissérie, série antológica ou Telefilme”), o ator Michael Keaton — “Melhor Ator: Minissérie, série antológica ou telefilme”, por “Dopesick” —, e a atriz Kate Winslet, pela interpretação da personagem Mare Sheehan na minissérie “Mare of Easttown”.

Kate Winslet na minisérie "Mare of Easttown"

Michele K. Short/HBO

Consulte aqui a lista de vencedores e nomeados:

Melhor Filme: Drama

– “Belfast”
– “CODA”
– “Dune – Duna”
– “King Richard: Para Além do Jogo”
– “O Poder do Cão”

Melhor Argumento (Filme)

– Paul Thomas Anderson, “Licorice Pizza”
– Kenneth Branagh, “Belfast”
– Jane Campion, “O Poder do Cão”
– Adam McKay, “Não Olhem Para Cima”
– Aaron Sorking, “Being the Ricardos”

Melhor Realizador (Filme)

– Kenneth Branagh, “Belfast”
– Jane Campion, “O Poder do Cão”
– Maggie Gyllenhaal, “A Filha Perdida”
– Steven Spielberg, “West Side Story”
– Denis Villeneuve, “Dune – Duna”

Melhor Série: Drama

– “Lupin”
– “The Morning Show”
– “Pose”
– “Squid Game”
– “Succession”

Melhor Filme: Musical ou Comédia

– “Cyrano”
– “Não Olhem Para Cima”
– “Licorice Pizza”
– “Tick, tick… BOOM!”
– “West Side Story”

Melhor Série: Comédia ou Musical

– “A Grande”
– “Hacks”
– “Homicídios ao Domicílio”
– “Reservation Dogs”
– “Ted Lasso”

Minisérie, série antológica ou Telefilme

– “Dopesick”
– “American Crime Story”
– “Maid”
– “Mare of Easttown”
– “The Underground Railroad”

Melhor Filme De Animação

– “Flee”
– “Encanto”
– “Luca”
– “My Sunny Maad”
– “Raya e o Último Dragão”

Melhor Filme em Língua Estrangeira

– “Compartimento nº 6” (Alemanha, Rússia, Finlândia)
– “Conduz o Meu Carro” (Japão)
– “A Mão de Deus” (Itália)
– “Um Herói” (Irão, França)
– “Mães Paralelas” (Espanha)

Melhor Atriz: Drama (Filme)

– Jessica Chastain, “Os Olhos de Tammy Faye“
– Olivia Colman, “A Filha Perdida”
– Nicole Kidman, “Being the Ricardos”
– Lady Gaga, “House of Gucci”
– Kristen Stewart, “Spencer”

Melhor Ator Secundário (Filme)

– Ben Affleck, “The Tender Bar”
– Jamie Dornan, “Belfast”
– Ciarán Hinds, “Belfast”
– Troy Kotsur, “CODA”
– Kodi Smit-McPhee, “O Poder do Cão”

Melhor Atriz Secundária (Filme)

– Caitriona Balfe, “Belfast”
– Ariana DeBose, “West Side Story”
– Kirsten Dunst, “O Poder do Cão”
– Aunjanue Ellis, “King Richard: Para Além do Jogo”
– Ruth Negga, “Identidade”

Melhor ator secundário (TV)

– Billy Crudup, “The Morning Show”
– Kieran Culkin, “Succession”
– Mark Duplass, “The Morning Show”
– Brett Goldstein, “Ted Lasso”
– O Yeong-su, “Squid Game”

Melhor atriz secundária (TV)

– Jennifer Coolidge, “The White Lotus”
– Kaitlyn Dever, “Dopesick”
– Andie MacDowell, “Maid”
– Sarah Snook, “Succession”
– Hannah Waddingham, “Ted Lasso”

Melhor Ator: Drama (Filme)

– Mahershala Ali, “O Canto do Cisne”
– Javier Bardem, “Being the Ricardos”
– Benedict Cumberbatch, “O Poder do Cão”
– Will Smith, “King Richard: Para Além do Jogo”
– Denzel Washington, “A Tragédia de MacBeth”

Melhor Ator TV: Drama

– Brian Cox, “Succession”
– Lee Jung-Jae, “Squid Game”
– Billy Porter, “Pose”
– Jeremy Strong, “Succession”
– Omar Sy, “Lupin”

Melhor Atriz TV: Drama

– Uzo Aduba, “Terapia”
– Jennifer Aniston, “The Morning Show”
– Christine Baranski, “The Goof Fight”
– Elisabeth Moss, “The Handmaid’s Tale”
– Michaela Jaé Rodriguez, “Pose”

Melhor Ator: Musical ou Comédia (Filme)

– Leonardo DiCaprio, “Não Olhem Para Cima”
– Peter Dinklage, “Cyrano”
– Andrew Garfield, “Tick, tick… BOOM!””
– Cooper Hoffman, “Licorice Pizza”
– Anthony Ramos, “Ao Ritmo de Washington Heights”

Melhor Atriz: Musical ou Comédia (Filme)

– Marion Cotillard, “Annette”
– Alana Haim, “Liquorice Pizza”
– Jennifer Lawrence, “Não Olhem Para Cima”
– Emma Stone, “Cruella”
– Rachel Zegler, “West Side Story”

Melhor Ator TV: Comédia/Musical

– Anthony Anderson, “Black-ish”
– Nicholas Hoult, “A Grande”
– Steve Martin, “Homicídios ao Domicílio”
– Martin Short, “Homicídios ao Domicílio”
– Jason Sudeikis, “Ted Lasso”

Melhor Atriz TV: Comédia/Musical

– Hannah Einbinder, “Hacks”
– Elle Fanning, “A Grande”
– Issa Rae, “Insecure”
– Tracee Ellis Ross, “Black-ish”
– Jean Smart, “Hacks”

Melhor Ator: Minisérie, série antológica ou telefilme

– Paul Bettany, “Wandavision”
– Oscar Isaac, “Scenes from a Marriage”
– Michael Keaton, “Dopesick”
– Ewan McGregor, “Halston”
– Tahar Rahim, “The Serpent”

Melhor Atriz: Minissérie, série antológica ou Telefilme

– Jessica Chastain, “Scenes from a Marriage”
– Cynthia Erivo, “Genius, Aretha”
– Elizabeth Olsen, “Wandavision”
– Margaret Qualley, “Maid”
– Kate Winslet, “Mare of Easttown”

Melhor canção

– “Be Alive”, do filme “King Richard: Para Além do Jogo”
– “Dos Oruguitas”, do filme “Encanto”
– “Down to Joy”, do filme “Belfast”
– “Here I Am (Singing my way home)”, do filme “Respect”
– “No Time To Die”, do filme “007: Sem Tempo Para Morrer”

Melhor Banda Sonora (Filme)

– Alexandre Desplat, “Crónicas de França do Liberty, Kansas Evening Sun”
– Germaine Franco, “Encanto”
– Johnny Greenwood, “O Poder do Cão”
– Alberto Iglesias, “Mães Paralelas”
– Hans Zimmer, “Dune – Duna”

 
Assine o Observador a partir de 0,18€/ dia

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Apoio ao cliente | Já é assinante? Faça logout e inicie sessão na conta com a qual tem uma assinatura

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Vivemos tempos interessantes e importantes

Se 1% dos nossos leitores assinasse o Observador, conseguiríamos aumentar ainda mais o nosso investimento no escrutínio dos poderes públicos e na capacidade de explicarmos todas as crises – as nacionais e as internacionais. Hoje como nunca é essencial apoiar o jornalismo independente para estar bem informado. Torne-se assinante a partir de 0,18€/ dia.

Ver planos