816kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Globos de Ouro: "Barbie" viu "Oppenheimer" vencer no cinema e "Succession", "The Bear" e "Beef" serem coroadas na TV

O popular e muito nomeado filme de Greta Gerwig ficou-se pela nova categoria de "Box Office". Christopher Nolan ganhou um prémio à sexta nomeação. Séries "The Bear", "Succession" e "Beef" ganharam.

GettyImages-1908171113
i

O elenco — e o realizador — de "Oppenheimer", no final da cerimónia dos Globos de Ouro

Golden Globes 2024 via Getty Ima

O elenco — e o realizador — de "Oppenheimer", no final da cerimónia dos Globos de Ouro

Golden Globes 2024 via Getty Ima

Depois de uma longa e intensa greve de atores e guionistas nos Estados Unidos da América em 2023, que ditou a paragem da indústria, temeu-se sobre o que aconteceria no ano seguinte. Quer nas produções, quer nas cerimónias. A 81ª edição dos Globos de Ouro, que decorreu esta madrugada em Los Angeles, é, como sempre, um dos primeiros grandes evento do ano de cinema e televisão. E se é verdade que esta cerimónia costuma ser bastante mais justa no que diz respeito à relação entre a qualidade cinematográfica e os nomeados que acabam a ganhar, esta edição provou que nem mesmo resultados alucinantes de bilheteira são capazes de colocar um Globo de Ouro na estante.

O filme Barbie, de Greta Gerwing, fenómeno pop que arrecadou mais de mil milhões de dólares no mundo inteiro no ano passado, começou com nove nomeações, mas acabou derrotada. Oppenheimer, de Christopher Nolan, ganhou na categoria de Melhor Filme Dramático e de Melhor Realizador. Poor Things venceu na categoria Comédia ou Musical. Anatomia de uma Queda, de Justine Triet, vencedor em Cannes, conseguiu o prémio para Argumento e Melhor Filme Estrangeiro, ficando para Barbie apenas o novo galardão: o de “box office”, que soube a consolação. 

Já na televisão, Succession, que se despediu do pequeno ecrã na derradeira e última quarta temporada, teve o adeus merecido com boa parte do elenco premiado — mais o globo para Melhor Série Dramática — e The Bear, que entrou no número de quase todos os tops internacionais, destronou a concorrência na categoria Musical ou Comédia.

epa11063628 US actor Lily Gladstone poses with the Golden Globe for Best Performance by a Female Actor in a Motion Picture - Drama for 'Killers of the Flower Moon' in the press room during the 81st annual Golden Globe Awards ceremony at the Beverly Hilton Hotel in Beverly Hills, California, USA, 07 January 2024. Artists in various film and television categories are awarded Golden Globes by the Hollywood Foreign Press Association.  EPA/ALLISON DINNER epa11063635 British director Christopher Nolan (L) and British film producer Emma Thomas (R) hold their Golden Globe awards for Best Director - Motion Picture and Best Motion Picture - Drama for 'Oppenheimer' in the press room during the 81st annual Golden Globe Awards ceremony at the Beverly Hilton Hotel in Beverly Hills, California, USA, 07 January 2024. Artists in various film and television categories are awarded Golden Globes by the Hollywood Foreign Press Association.  EPA/ALLISON DINNER

A atriz Lily Gladstone (à esquerda) venceu o Globo pela prestação no filme Assassinos da Lua das Flores. O realizador Christopher Nolan e a produtora Emma Thomas (à direita), com dois globos de ouro arrecadados por Oppenheimer: Melhor Realizador e Melhor Filme Dramático

ALLISON DINNER/EPA

Há muito que se discute o formato deste tipo de cerimónias e esta edição pode muito bem ter acentuado a sistemática perda de audiência. O apresentador convidado, o comediante Jo Koy, que garantiu ter recebido o convite dez dias antes da cerimónia, nunca foi capaz de ser relevante durante o espetáculo. Logo no seu monólogo inicial, depois das reações mais frias a algumas das suas piadas, disse que algum do seu texto nem tinha sido escrito por ele. “Queriam um monólogo perfeito? Recebi o convite há dez dias. Calem-se, estão a brincar comigo? Tenham calma. Escrevi algumas piadas, outras não, e as que vos fazem rir fui eu”. Quando é o protagonista a agoirar e não as redes sociais primeiro, está tudo dito.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Ora, a verdade é que ao longo das três longas horas de emissão dos Globos de Ouro, o humorista pouco apareceu, dando espaço para que cada dupla de apresentadores dos prémios brilhasse. Numa das novas categorias, a de Melhor Performance de Stand Up ou Televisão, Ricky Gervais, com o seu novo espetáculo Armaggedon, venceu. O mítico apresentador desta cerimónia não esteve presente, mas Jim Gaffigan tratou de relembrar o porquê de, todos os anos, se sentir cada vez mais falta do tom ácido e provocador do britânico. “Não devia estar no entretenimento, não sou pedófilo”, numa clara referência ao falecido multimilionário Jeffrey Epstein, detido por estar envolvido num esquema de tráfico de menores e pedofilia. Nos últimos dias, as redes sociais têm estado repletas de conspirações à volta dos nomes presentes na ilha de Epstein que constaram dos documentos divulgados pela justiça americana, mas a cerimónia, que pode muito bem ter tido gente que conviveu de perto com o milionário — “alegadamente” — quase que ignorou as notícias. Quase.

GettyImages-1908165204

A comédia começou logo por ser celebrada com a primeira atriz asiática, na categoria de Melhor Atriz numa minissérie, Ali Wong, a vencer, pelo seu papel em Beef

AFP via Getty Images

Mas se a comédia não esteve no guião, começou, no entanto, logo por ser celebrada com a primeira atriz asiática, na categoria de Melhor Atriz numa minissérie, Ali Wong, a vencer, pelo seu papel em Beef, que conta a história de dois condutores irritados que acabam envolvidos numa complicada e muito atual relação. Não foi o único prémio: Beef venceu na categoria de Melhor minissérie e ainda premiou Steve Yeon como Melhor Actor numa minissérie. A noite no Beverly Hilton podia não se adivinhar óbvia, só que quando Robert Downey Jr. começou por ganhar na categoria de Melhor Ator Secundário em Oppenheimer (com oito nomeações), deixando sentados nomes como Robert De Niro (Assassinos da Lua das Flores) ou Ryan Gosling (Barbie), poderia se ter pensado que o famoso movimento “Barbenheimer” estava prestes a conhecer uma inversão de marcha. É que além do filme de Christopher Nolan ter vencido nas duas principais categorias, ainda deu o prémio de Melhor Ator em Drama para Cillian Murphy e o de Banda Sonora a Ludwig Göransson, que compôs as camadas sonoras que acompanham o homem da bomba atómica norte-americana. Por falar em atores principais, Bradley Cooper é outro dos perdedores desta 81ª edição. Logo ele que se tem deliciado a falar sobre o seu Maestro, que realiza e protagoniza, nas tours de imprensa nos Estados Unidos da América.

Se o apresentador Jo Koy não ficará na memória nem nenhum dos pequenos discursos poderá prolongar a sua vida nas redes sociais, há que puxar por Billie Eilish e o seu irmão Finneas. Venceram (e aqui Barbie sorriu) com “What Was I Made For?” na categoria de Melhor Canção Original, o que serviu de mote para a cantora e compositora norte-americana dizer que criar esta música a salvou de um período mais depressivo da sua vida. A plasticidade a que nos fomos habituando neste tipo de discursos onde se fala de injustiças sociais ou de guerras no mundo foi substituído por alguma contenção e objetividade — ou, por outras palavras, uma espécie de genuína honestidade — que só por raras vezes soou a conversa fiada. O que soou meio a treta foi outra nova categoria, a do Prémio Box Office, vencido por Barbie, onde sai premiado quem fez mais espectadores, no fundo, ou seja, mais dinheiro na hora de comprar as pipocas. Greta Gerwing e Margot Robbie, uma das grandes produtoras por detrás deste sucesso, agradeceu aos fãs que usaram a história da boneca estereotipada no seu dia a dia através do vestuário, dos telemóveis e de infinitos memes de internet.

GettyImages-1908170784 GettyImages-1908170564

Billie Eilish e o seu irmão Finneas venceram com "What Was I Made For?" na categoria de Melhor Canção Original, com o filme Barbie. Robert Downey Jr. levou a melhor na categoria de Melhor Ator Secundário com o filme Oppenheimer

AFP via Getty Images

Outro dos filmes que mais expectativa tem gerado é Poor Things, de Yorgos Lanthimos, que também não foi para casa de mãos a abanar. Que o diga Emma Stone, premiada como Melhor Atriz de Comédia ou Musical e o próprio realizador grego que derrotou filmes como The Holdovers ou May December em Comédia ou Musical. Por falar em The Holdovers, já se diz que pode ser um dos filmes surpresa dos Óscares. E a 81ª edição dos Globos de Ouro ajudaram a incentivar essa surpresa: Paul Giamatti venceu o seu terceiro prémio globo de ouro da sua carreira e a actriz secundária Da’Vine Joy Randolph também.

O cinema europeu também se ficou a rir esta noite. Anatomia de uma Queda, de Justine Triet, Palma de Ouro em Cannes o ano passado, venceu na categoria de Melhor Argumento e Melhor Filme Estrangeiro. É certo que o filme é quase sempre falado em inglês mas, se olharmos para os outros concorrentes, estavam lá outras produções norte-americanas como Past Lives, outro dos fenómenos de culto de 2023 que permaneceu com a estante vazia. Alguém terá de rever as regras no próximo ano.

Quanto ao veterano Martin Scorsese, passou 2023 a promover o seu Assassinos da Lua das Flores por toda a parte (incluindo no Tik-Tok) e os críticos parecem estar do lado dele. No entanto, nem De Niro nem Leonardo Di Caprio nem o próprio realizador nova iorquino foram premiados em Los Angeles. Os holofotes foram para a atriz indígena Lilly Gladstone, uma das revelações do ano e que começa a tornar demasiado séria a sua candidatura aos Óscares: venceu na categoria de Melhor Atriz.

Passemos para as séries. Jeremy Allen White tem causado furor por causa do seu novo anúncio da Calvin Klein. Mas o seu papel como jovem cozinheiro a tentar salvar o negócio da família em The Bear é que importa. Valeu-lhe o prémio de Melhor Ator de Série de Televisão, Comédia ou Musical e deu a Ayo Edebiri, “parceira de crime” na cozinha desta série o seu primeiro Globo de Ouro. A atriz agradeceu à família de The Bear e quase se esqueceu de agradecer à família verdadeira. É a tal genuína honestidade que se aplaude mas que qualquer equipa de relações públicas quer ver longe do microfone. A série que pode ser vista por cá na Disney+ também venceu na sua categoria (Comédia ou Musical).

epa11063622 (L-R) English actor Matthew Macfayden, Australian actor Sarah Snook and US actor Kieran Culkin hold their respective Golden Globe awards for their performances in the television series 'Succession' in the press room during the 81st annual Golden Globe Awards ceremony at the Beverly Hilton Hotel in Beverly Hills, California, USA, 07 January 2024. Artists in various film and television categories are awarded Golden Globes by the Hollywood Foreign Press Association.  EPA/ALLISON DINNER

Os Globos de Ouro quiseram der um adeus como deve ser à série Succession. Na imagem: os atores Matthew Macfayden, Sarah Snook e Kieran Culkin

ALLISON DINNER/EPA

E o que dizer mais de Succession? 2023 foi o ano de despedidas e, por isso, os jornalistas que votam para os Globos de Ouro quiseram der um adeus como deve ser. Venceram Sarah Snook, Kieran Matthew Macfadyen. Jessie Amstrong, o show runner e argumentista desta família tóxica e endinheirada que pode ser vista e revista na HBO, subiu ao palco para agradecer a última coroação como Melhor Série Dramática. “Logo agora que tinha comprado uns sapatos para este tipo de cerimónias é que isto acabou. Não sei quando vou voltar a estar aqui”, disse. Poderá certamente voltar, mas, de facto, atingir o sucesso televisivo de Succession outra vez não é para todos. Para The Crown, apenas um prémio para Elizabeth Debicki, que fez de Princesa Diana na sexta temporada (por muitas vezes apontada como o único valor dos episódios finais da produção), venceu na Categoria de Melhor Atriz Secundária.

A LISTA DOS VENCEDORES DOS GLOBOS DE OURO:

Melhor Filme, Drama

“Oppenheimer” (VENCEDOR)
“Anatomia de Uma Queda”
“Assassinos da Lua das Flores”
“Maestro”
“Past Lives”
“The Zone of Interest”

Melhor Filme, Musical ou Comédia

“Poor Things” (Searchlight Pictures) (VENCEDOR)
“Barbie” (Warner Bros.)
“American Fiction” (MGM)
“The Holdovers” (Focus Features)
“May December” (Netflix)
“Air” (Amazon MGM Studios)

Melhor Realizador

Christopher Nolan — “Oppenheimer” (VENCEDOR)
Bradley Cooper — “Maestro”
Greta Gerwig — “Barbie”
Yorgos Lanthimos — “Poor Things”
Martin Scorsese — “Assassinos da Lua das Flores”
Celine Song — “Past Lives”

Melhor Argumento

“Anatomia de Uma Queda” — Justine Triet, Arthur Harari (VENCEDORA)
“Barbie” — Greta Gerwig, Noah Baumbach
“Poor Things” — Tony McNamara
“Oppenheimer” — Christopher Nolan
“Assassinos da Lua das Flores” — Eric Roth, Martin Scorsese
“Past Lives” — Celine Song

Melhor Ator Principal, Drama

Cillian Murphy — “Oppenheimer” (VENCEDOR)
Bradley Cooper — “Maestro”
Leonardo DiCaprio — “Assassinos da Lua das Flores”
Colman Domingo — “Rustin”
Andrew Scott — “All of Us Strangers”
Barry Keoghan — “Saltburn”

Melhor Atriz, Drama

Lily Gladstone — “Assassinos da Lua das Flores”
Carey Mulligan – “Maestro”
Sandra Hüller – “Anatomia de Uma Queda”
Annette Bening — “Nyad”
Greta Lee — “Past Lives”
Cailee Spaeny — “Priscilla”

Melhor Atriz, Filme, Musical ou Comédia

Emma Stone – “Poor Things” (VENCEDORA)
Fantasia Barrino – “The Color Purple”
Jennifer Lawrence – “No Hard Feelings”
Natalie Portman – “May December”
Alma Pöysti – “Fallen Leaves”
Margot Robbie – “Barbie”

Melhor Ator  Principal em Filme, Musical ou Comédia

Paul Giamatti — “The Holdovers” (VENCEDOR)
Nicolas Cage — “Dream Scenario”
Timothée Chalamet — “Wonka”
Matt Damon — “Air”
Joaquin Phoenix — “Beau Is Afraid”
Jeffrey Wright — “American Fiction”

Melhor Ator Secundário 

Robert Downey Jr. — “Oppenheimer” (VENCEDOR)
Dafoe — “Poor Things”
Robert De Niro — “Assassinos da Lua das Flores”
Ryan Gosling — “Barbie”
Charles Melton — “May December”
Mark Ruffalo — “Poor Things”

Melhor Actriz Secundária

Da’Vine Joy Randolph — “The Holdovers” (VENCEDORA)
Emily Blunt — “Oppenheimer”
Danielle Brooks — “The Color Purple”
Jodie Foster — “Nyad”
Julianne Moore — “May December”
Rosamund Pike — “Saltburn”

Melhor Série de Televisão Dramática

“Succession” (HBO) (VENCEDOR)
“1923” (Paramount+)
“The Crown” (Netflix)
“The Diplomat” (Netflix)
“The Last of Us” (HBO)
“The Morning Show” (Apple TV+)

Melhor Série, Musical ou de Comédia

“The Bear” (FX) (VENCEDOR)
“Ted Lasso” (Apple TV+)
“Abbott Elementary” (ABC)
“Jury Duty” (Amazon Freevee)
“Only Murders in the Building” (Hulu)
“Barry” (HBO)

Melhor Ator Principal de Série de Televisão, Drama 

Kieran Culkin — “Succession” (VENCEDOR)
Pedro Pascal — “The Last of Us”
Jeremy Strong — “Succession”
Brian Cox — “Succession”
Gary Oldman — “Slow Horses”
Dominic West — “The Crown”

Melhor Atriz de Série de Televisão, Drama 

Sarah Snook — “Succession” (VENCEDORA)
Helen Mirren — “1923”
Bella Ramsey — “The Last of Us”
Keri Russell — “The Diplomat”
Imelda Staunton — “The Crown”
Emma Stone — “The Curse”

Melhor Atriz de Série de Televisão, Musical ou de Comédia

Ayo Edebiri — “The Bear” (VENCEDORA)
Natasha Lyonne — “Poker Face”
Quinta Brunson — “Abbott Elementary”
Rachel Brosnahan — “The Marvelous Mrs. Maisel”
Selena Gomez — “Only Murders in the Building”
Elle Fanning – “The Great”

Melhor Ator Principal de Série de Televisão, Musical ou de Comédia

Jeremy Allen White — “The Bear” (VENCEDOR)
Bill Hader — “Barry”
Steve Martin — “Only Murders in the Building”
Martin Short — “Only Murders in the Building”
Jason Segel — “Shrinking”
Jason Sudeikis — “Ted Lasso”

Melhor Ator Secundário, Televisão

Matthew Macfadyen — “Succession” (VENCEDOR)
Billy Crudup — “The Morning Show”
James Marsden — “Jury Duty”
Ebon Moss-Bachrach — “The Bear”
Alan Ruck — “Succession”
Alexander Skarsgård — “Succession”

Melhor Atriz Secundária, Televisão

Elizabeth Debicki — “The Crown” (VENCEDORA)
Abby Elliott — “The Bear”
Christina Ricci — “Yellowjackets”
J. Smith-Cameron — “Succession”
Meryl Streep — “Only Murders in the Building”
Hannah Waddingham — “Ted Lasso”

Melhor minissérie, Série de Antologia ou Telefilme

“Beef” (VENCEDOR)
“Lessons in Chemistry”
“Daisy Jones & the Six”
“All the Light We Cannot See”
“Fellow Travelers”
“Fargo”

Melhor Ator Principal, minissérie, Série de Antologia ou Telefilme

Steven Yeun — “Beef” (VENCEDOR)
Matt Bomer — “Fellow Travelers”
Sam Claflin — “Daisy Jones & the Six”
Jon Hamm — “Fargo”
Woody Harrelson — “White House Plumbers”
David Oyelowo — “Lawmen: Bass Reeves”

Melhor Atriz, minissérie, Série de Antologia ou Telefilme

Ali Wong — “Beef” (VENCEDORA)
Riley Keough — “Daisy Jones & the Six”
Brie Larson — “Lessons in Chemistry”
Elizabeth Olsen — “Love and Death”
Juno Temple — “Fargo”
Rachel Weisz — “Dead Ringers”

Melhor Banda Sonora, Filme

Ludwig Göransson — “Oppenheimer” (VENCEDOR)
Jerskin Fendrix — “Poor Things”
Robbie Robertson — “Assassinos da Lua das Flores”
Mica Levi — “The Zone of Interest”
Daniel Pemberton — “Spider-Man: Across the Spider-Verse”
Joe Hisaishi — “The Boy and the Heron”

Melhor Filme Estrangeiro

“Anatomia de Uma Queda” (Neon) — França (VENCEDOR)
“Fallen Leaves” (Mubi) — Finlândia
“Io Capitano” (01 Distribution) — Itália
“Past Lives” (A24) — Estados Unidos da América
“Society of the Snow” (Netflix) — Espanha
“The Zone of Interest” (A24) — Reino Unido

Melhor Canção Original

“Barbie” — “What Was I Made For?” by Billie Eilish and Finneas (VENCEDORES)
“Barbie” — “Dance the Night” by Caroline Ailin, Dua Lipa, Mark Ronson and Andrew Wyatt
“She Came to Me” — “Addicted to Romance” by Bruce Springsteen and Patti Scialfa
“The Super Mario Bros. Movie” — “Peaches” by Jack Black, Aaron Horvath, Michael Jelenic, Eric Osmond, and John Spiker
“Barbie” — “I’m Just Ken” by Mark Ronson, Andrew Wyatt
“Rustin” — “Road to Freedom” by Lenny Kravitz

Melhor Filme de Animação

“The Boy and the Heron” (GKids) (VENCEDOR)
“Elemental” (Disney)
“Spider-Man: Across the Spider-Verse” (Sony Pictures)
“The Super Mario Bros. Movie” (Universal Pictures)
“Suzume” (Toho Co.)
“Wish” (Disney)

Melhor Performance em Stand-Up ou Televisão

Ricky Gervais — “Ricky Gervais: Armageddon” (VENCEDOR)
Trevor Noah — “Trevor Noah: Where Was I”
Chris Rock — “Chris Rock: Selective Outrage”
Amy Schumer — “Amy Schumer: Emergency Contact”
Sarah Silverman — “Sarah Silverman: Someone You Love”
Wanda Sykes — “Wanda Sykes: I’m an Entertainer”

Prémio Box Office

“Barbie” (Warner Bros.) (VENCEDOR)
“Guardians of the Galaxy Vol. 3” (Disney)
“John Wick: Chapter 4” (Lionsgate Films)
“Mission: Impossible — Dead Reckoning Part One” (Paramount Pictures)
“Oppenheimer” (Universal Pictures)
“Spider-Man: Across the Spider-Verse” (Sony Pictures)
“The Super Mario Bros. Movie” (Universal Pictures)
“Taylor Swift: The Eras Tour” (AMC Theatres)

 
Assine o Observador a partir de 0,18€/ dia

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Apoio ao cliente | Já é assinante? Faça logout e inicie sessão na conta com a qual tem uma assinatura

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Vivemos tempos interessantes e importantes

Se 1% dos nossos leitores assinasse o Observador, conseguiríamos aumentar ainda mais o nosso investimento no escrutínio dos poderes públicos e na capacidade de explicarmos todas as crises – as nacionais e as internacionais. Hoje como nunca é essencial apoiar o jornalismo independente para estar bem informado. Torne-se assinante a partir de 0,18€/ dia.

Ver planos