A fachada do edifício do Observador foi vandalizada durante a madrugada desta segunda-feira por um grupo de cerca de 10 pessoas, que estavam encapuzadas e não foram identificadas. As paredes foram pintadas, foi atirada tinta e foi deixada uma faixa preta com as palavras “10 anos de transfobia. Insurgência queer sempre”.

O Observador já avançou com uma queixa na PSP, que esteve durante a manhã desta segunda-feira nas instalações, já depois de retirada a faixa preta. Em reação, o diretor deste órgão de comunicação social, Miguel Pinheiro, referiu que “o Observador não responde a grupos que atuam encapuzados, de madrugada, vandalizando propriedade alheia”.

O grupo, que ainda não foi identificado, publicou nas redes sociais o vídeo do momento em que os seus elementos vandalizaram o exterior do edifício, acusando, num longo texto, o Observador de servir “de porto de abrigo às vozes mais transfóbicas e reacionárias da sociedade portuguesa”.

Esta já não é, aliás, a primeira vez que a fachada do edifício do Observador é vandalizada. Já em outubro do ano passado, foram pintadas na parede as palavras “transfobia mata” e “morte ao Observador” e, noutro momento, foi desenhada a letra Z junto à entrada.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR