1248,4kWh poupados 1248,4 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Trump critica Kiev por não reconhecer soberania russa da Crimeia. Zelensky relembra posição anterior dos EUA de Trump

Este artigo tem mais de 1 ano

Trump acusou Zelensky de fazer "declarações inflamatórias" que afetam negociações de paz. Zelensky lembrou posição do secretário de Estado de Trump, em 2018, em que defendia a posição de Kiev.

epa12049386 US President Donald Trump stops to talk to reporters after surveying the North Lawn of the White House in Washington, D.C., USA, 23 April 2025. Trump said he was looking at where a new flag pole would be installed on the North Lawn, which he claimed to be paying for.  EPA/SAMUEL CORUM / POOL
i

▲Zelensky "pode ter paz ou pode lutar por mais três anos antes de perder o país todo", acusou Trump

SAMUEL CORUM / POOL/EPA

▲Zelensky "pode ter paz ou pode lutar por mais três anos antes de perder o país todo", acusou Trump

SAMUEL CORUM / POOL/EPA

As últimas horas do conflito na Ucrânia ficaram marcadas pelas declarações dos líderes dos EUA e da Ucrânia sobre a Crimeia. Primeiro, o Presidente norte-americano, Donald Trump, criticou as declarações do homólogo ucraniano, nas quais negou reconhecer a soberania russa na Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

“Ninguém está a pedir a [Volodymyr] Zelensky que reconheça a Crimeia como território russo, mas se ele a quer, por que não lutou por ela há 11 anos, quando foi entregue à Rússia sem um tiro disparado?”, escreveu Donald Trump, numa mensagem na rede Truth Social esta quarta-feira.

Na mesma rede, Trump acrescentou que “esta declaração é muito prejudicial para as negociações de paz com Rússia”, lembrando que a decisão foi tomada durante o mandato do antigo Presidente norte-americano Barack Obama e que “nem é um ponto em discussão”.

O Presidente norte-americano acrescentou que “declarações inflamadas como a de Zelensky” estão a dificultar a resolução da guerra. “A situação da Ucrânia é terrível. Ele pode ter paz ou pode lutar por mais três anos antes de perder o país todo“, escreveu Trump, deixando um aviso ao homólogo ucraniano.

Em resposta, Zelensky relembrou uma posição anteriormente tomada pelos EUA, no meio de agradecimentos aos norte-americanos e aos aliados europeus pelos esforços diplomáticos tidos na reunião entre representantes dos estados em Londres.

Juntamente com a publicação, o líder ucraniano partilhou uma imagem da declaração feita em 2018 de apoio à soberania ucraniana da península do Mar Negro feita pelo secretário de Estado de então, Mike Pompeo, que representava a primeira administração Trump.

“A Ucrânia atuará sempre em conformidade com a sua Constituição e estamos absolutamente seguros de que os nossos parceiros, em especial os EUA, atuarão em conformidade com as suas decisões firmes“, atirou o Presidente ucraniano.

Na terça-feira, Zelensky já tinha excluído qualquer cedência de território ucraniano à Rússia em qualquer acordo, antes do encontro desta quarta-feira, que teve lugar em Londres. “Não há nada para falar. É a nossa terra, a terra do povo ucraniano“, afirmou Zelensky.

[Já saiu o sexto e último episódio de  “O Misterioso Engenheiro Jardim”, o novo PodcastPlus do Observador que conta a história de Jorge Jardim, o empresário que, na verdade, era um agente secreto que liderou missões perigosas em todo o mundo, tentou criar um país e deu início a um clã de mulheres aventureiras. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E pode ouvir aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro, aqui o quarto e aqui o quinto episódio]

O reconhecimento da Crimeia como território russo surgiu como uma das opções que a Ucrânia terá provavelmente de aceitar em troca de um acordo de paz para pôr fim à guerra que começou em fevereiro de 2022.

O Presidente dos EUA tem insistido que, se ele tivesse chegado à Casa Branca em 2020, a guerra na Ucrânia nunca teria acontecido e que o mais rápido processo de paz para este conflito passará sempre pela mediação dos Estados Unidos.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.