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A cara dos jogadores e restantes elementos do staff do Sporting à saída do Posto Territorial da GNR do Montijo dizia muito, mas escondia ainda mais. A seguir ao bárbaro ataque sem precedentes no clube ou no futebol português, houve muitas chamadas de profissionais do futebol para familiares mais próximos, preocupados com as notícias que chegavam da Academia, mas toda essa consternação não ficou por aí. Também alguns pais e encarregados de educação ligaram com insistência para perceberem se os filhos estavam bem e não tinham sofrido nada, por não saberem ao certo o que se passara. Esta terça-feira, em Alcochete, a memória daqueles 15/20 minutos promete não mais ser apagada da história dos leões. E esta é a descrição ao pormenor dos momentos de terror vividos.

O encontro à saída da Vasco da Gama e a entrada a correr

Os agressores terão começado a juntar-se na saída da ponte Vasco da Gama, sentido Lisboa-Alcochete. Daí, partiram em direção à Academia, num plano que se percebe agora ter sido tudo menos espontâneo: deixaram as viaturas ainda a alguma distância da entrada da Academia, taparam as caras e começaram a correr em direção à entrada do centro de estágios. Nas únicas imagens que existem, o grupo está ainda a chegar à última curva da reta que dá acesso ao local; a partir daí, depois de terem avisado os jornalistas que teriam de desligar todo o material sob pena de serem agredidos ou ficarem sem o mesmo (dois elementos terão ficado mais para trás para garantir que ninguém furava esse bloqueio), seguiram em direção ao relvado onde a equipa principal costuma trabalhar, na ala profissional, que fica na ponta mais oposta à entrada do recinto.

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