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Francisco Assis revela que tentou um consenso para que existisse apenas uma candidatura à liderança do PS, ao estilo de Ferro Rodrigues em 2002. Em entrevista ao Observador, rejeita a carapuça de ter feito um “flic-flac” — termo utilizado horas antes por José Luís Carneiro também em entrevista ao Observador. Revela ainda que explicou numa conversa, privada, ao ministro da Administração Interna o porquê de apoiar Pedro Nuno Santos. E sugere que o rosto da candidatura adversária deve ter cuidado com a “linguagem”.

Assis recorda ainda, sem pudor, os tempos de opositor feroz da geringonça, mas diz que agora essa solução governativa “seria diferente”. Como os eleitores do PS já sabem que há a hipótese de coligação à esquerda, já não seria uma “coisa estranha”, argumenta. Diz até que desapareceram as razões que o fizeram recusar integrar um cargo no Governo (uma delas era ser apoiado à esquerda). Quanto a Belém, diz que (ainda) não lhe passa “pela cabeça” ser candidato presidencial, mas exige que o PS apoie, desta vez, de uma forma clara um candidato. Sobre as suas ambições, vai dizendo que se quer manter livre e que “ainda é muito cedo” para falar nisso.

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