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Nos estúdios em Campo de Ourique, Lisboa, onde está a finalizar a mistura e masterização do seu primeiro álbum (ainda sem data de edição anunciada), Janeiro passou alguns dos seus momentos mais importantes como músico. “Uma vez comecei a chorar aqui”, conta. Um dia tinha “um teclado MIDI e um microfone barato”, com que gravou o seu primeiro EP (que pode ser ouvido aqui), no outro já “tinha tudo. E agora, o que é que eu vou usar?”, perguntou-se.

Acabou por usar muita coisa. Além dos músicos convidados, “compus, toquei guitarra e cantei, fiz voz principal e coros. Também toquei uns sintetizadores. Ah, e produzi uns beats numa MPC Akai”, uma ferramenta mais usada em áreas como o hip hop e R&B, conta Janeiro, na sua primeira grande entrevista depois de ter passado à final do Festival da Canção, com o tema “(sem título)”.

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