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No final dos anos 80 e inícios de 90, Mário de Carvalho escreveu crónicas para o Jornal de Letras e Público. Os melhores desses textos foram agora reunidos pela primeira vez no livro O que eu ouvi na barrica das maçãs, título da rubrica quinzenal que o escritor alimentou no Público e que alude ao capítulo XI de A Ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson.

Divididas em quatro partes, “que separam o escritor, o cidadão, o comunicador e o memorialista”, estas crónicas “são reveladoras de como a História é cíclica e alguns autores proféticos. E, como acontece na sua ficção, também aqui reencontramos o observador atento e o incomparável contador de histórias”, explicou a Porto Editora, responsável pela edição, em comunicado. O texto que o Observador aqui pré-publica, um dia antes de O que eu ouvi na barrica das maçãs chegar às livrarias (4 de abril), faz parte do primeiro capítulo, “Divagando”, e relata a experiência de Mário de Carvalho durante uma ida à barbearia, simpática e de bairro como ele gosta. 

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