Enquanto dormia… |
…um acordo fechado há apenas 10 dias, e que devia trazer paz a uma das maiores juntas de Lisboa, desabou. Carlos Moedas e a liderança local do PSD tinham-se empenhado numa solução para acabar com o conflito fratricida entre o presidente da Junta de Freguesia das Avenidas Novas, Daniel Gonçalves, e três dos seus vereadores, também eles sociais-democratas. Foram atribuídos pelouros aos três elementos do executivo da junta e ficou definido que as condições seriam para manter até ao final do mandato. Mas a solução durou pouco mais que uma semana e, agora, o líder de uma das maiores juntas da capital até diz que os nomes lhe foram impostos através de um “golpe palaciano”. |
O Governo reúne-se em Conselho de Ministros esta quinta-feira para aprovar as alterações à lei laboral. Sem acordo em sede de concertação social, o Executivo vira-se agora para o Parlamento, onde os partidos já começaram a sinalizar a postura para as próximas semanas. Ainda esta quarta-feira, André Ventura esteve em São Bento para discutir com Montenegro eventuais linhas de acordo, de onde saiu com a certeza de que “não vai abdicar” das suas exigências. Agora, é a vez de José Luís Carneiro se sentar com o primeiro-ministro, mas o líder socialista também já disse que, antes de tomar qualquer posição, primeiro quer ver a proposta que o Governo vai entregar na Assembleia da República. |
Donald Trump cumpre o primeiro dia de visita oficial à China. O Presidente dos Estados Unidos chegou esta quarta-feira ao país, na primeira deslocação oficial de um líder norte-americano desde 2017 — foi também Trump quem esteve em Pequim, há quase 10 anos. Mas o clima mudou. Se antes os dois países procuravam consolidar uma relação de “amizade”, agora a palavra de ordem é “estabilidade”. Com a questão de Taiwan sempre presente, os encontros entre Trump e Xi Jinping têm agora como pano de fundo a guerra no Médio Oriente e na Ucrânia, mas também uma guerra no plano comercial: a das tarifas. No Observador, vamos acompanhar a visita em permanência. |
E ainda os casos de hantavírus e os surtos de norovírus das últimas semanas. Depois do MV Hondius, ao largo das Canárias, esta quarta-feira foi conhecido outro surto (que as autoridades suspeitam tratar-se de norovírus) num cruzeiro em Bordéus. Provocou uma epidemia de gastroenterite a bordo, já causou a morte a pelo menos uma pessoa e deixou isolados os 1700 passageiros. Impõe-se a questão: o contágio de doenças é mais fácil a bordo dos cruzeiros? Respondemos neste artigo e também abordamos o tema mais recente edição da História do Dia da Rádio Observador. |
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Boa quinta-feira. |