Sábado

Há uns anos, em crónica no “Expresso”, Miguel Sousa Tavares aborreceu-se comigo por eu não gostar do “eng.” Sócrates. Agora, em crónica no “Expresso”, aborrece-se por eu não apreciar o dr. Costa. Nota-se um padrão: o Miguel tem uma crónica no “Expresso”.

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Entusiasmado pela recepção indígena à atoarda do “repugnante”, o dr. Costa afirma que a Holanda tem de escolher se quer ou não continuar na União Europeia. Claro que o Churchill da Tapadinha, cuja existência nenhum holandês conhece, comete estes exercícios para consumo interno, onde a falta de noção do ridículo é bastante estimada.

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Ouço alguém considerar difícil o trabalho de médicos e enfermeiros? Não brinquem. Difícil é elogiar o dr. Costa em público e conseguir dormir à noite.

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