Fiat Chrysler Automobiles

A união traz a autonomia (e baixa custos). FCA junta-se à BMW

Até aqui (quase) sozinha nos esforços de desenvolvimento da tecnologia de condução autónoma, a Fiat Chrysler Automobiles acaba de unir-se ao Grupo BMW neste desiderato.

Consciente das vantagens – desde logo, em termos de esforço financeiro – decorrentes do desenvolvimento de novas tecnologias em conjunto com outros parceiros, o grupo ítalo-americano Fiat Chrysler Automobiles (FCA) acaba de anunciar a sua integração na aliança liderada pelo Grupo BMW, e do qual fazem também parte a multinacional Intel e a Mobileye. Passando assim a contribuir também para um objectivo que visa a investigação e desenvolvimento de todos os aspectos relacionados com o veículo 100% autónomo.

A FCA converte-se-se assim em mais um dos muitos construtores que têm optado por unir-se a outras empresas, no sentido de partilhar conhecimento, experiências e investimentos, com vista à liderança no desenvolvimento daquele que, ao que tudo indica, será o automóvel do futuro – autónomo e permanentemente conectado.

Recorde-se que o grupo de empresas liderado pela BMW anunciou, após a divulgação da sua aliança, ainda em 2016, ter como objectivo arrancar com a produção em massa de tecnologia de condução autónoma de nível 3 e 4 já em 2021. Data-limite que é, de resto, muito semelhante à definida pela maioria dos concorrentes envolvidos neste desafio.

Já quanto ao ingresso da FCA neste grupo de empresas, os diferentes parceiros afirmam, também em comunicado, que o fabricante ítalo-americano, que até aqui apenas mantinha uma parceria não-exclusiva com a divisão automóvel do gigante tecnológico norte-americano Alphabet, a Waymo, poderá aportar ao grupo novos recursos técnicos, de engenharia e em outros domínios, assim como a experiência entretanto acumulada no mercado norte-americano. O qual é, hoje em dia, aquele de onde a FCA retira maiores lucros.

Marchionne quer “sinergias e economia de escala”

Já para o CEO do FCA, o italiano Sergio Marchionne, o ingresso da companhia neste novo grupo de empresas é explicado com “as sinergias e economia de escala” que proporciona.

Aliás, Marchionne tem sido um dos grandes defensores da tese de que os construtores automóveis devem avançar no sentido de uma fusão, como forma de enfrentar os elevados custos inerentes ao desenvolvimento de veículos mais avançados. Sendo que, em Abril último, o CEO assumia estar à procura de novos parceiros no domínio da condução autónoma.

Ter de suportar sozinho todos os custos resultantes das soluções que poderemos alcançar será algo desastroso”, afirmou.

Entretanto, da parte aliança, na qual participam igualmente multinacionais como a Delphi ou a Continental, mantém-se a intenção de arrancar com o período de testes com 40 veículos de condução autónoma, já no final de 2017. Isto, ao mesmo tempo que, nos EUA, a Mobileye arrancará com ensaios semelhantes, envolvendo cerca de 100 veículos do mesmo tipo.

Até ao momento, a FCA tem vindo a testar a sua tecnologia, em termos de condução autónoma, também nos EUA, recorrendo a uma frota de monovolumes Chrysler Pacifica.

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