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Viagens à Oracle e Huawei. Os problemas são éticos ou legais? 15 respostas para perceber os casos

Agosto 201731 Agosto 2017
Cátia BrunoJoão Francisco Gomes

Quem são os atores públicos envolvidos?

Pergunta 2 de 15

Há vários, nos diferentes casos.

Caso Galp:

  • Três ex-secretários de Estado: Fernando Rocha Andrade (Assuntos Fiscais), João Vasconcelos (Indústria) e Jorge Oliveira (Internacionalização), todos constituídos arguidos;
  • Um deputado do PSD, Cristóvão Norte, também constituído arguido;
  • Dois presidentes de Câmara: Nuno Mascarenhas do PS (Sines) e Álvaro Beijinha da CDU (Santiago do Cacém), que não foram constituídos arguidos.

Caso Huawei:

  • Nuno Barreto, adjunto do secretário de Estado das Comunidades, entretanto exonerado;
  • Sérgio Azevedo, deputado do PSD;
  • Paulo Vistas, presidente independente da câmara municipal de Oeiras;
  • Luís Newton, presidente da junta de freguesia da Estrela pelo PSD;
  • Ângelo Pereira, vereador do PSD na câmara de Oeiras;
  • Paulo César, vereador do PS na câmara de Odivelas;
  • Rodrigo Gonçalves, vice-presidente do PSD/Lisboa;
  • Nuno Custódio, vice-presidente do PSD/Oeiras;
  • João Mota Lopes, ex-diretor do Instituto de Informática da Segurança Social (IISS) e militante do PSD;
  • Artur Trindade Mimoso, vogal executivo do conselho de administração dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS);
  • Nuno Lucas, Rui Gomes, Ana d’Avó Maurício, Rute Belchior, todos quadros dos SPMS;
  • Carlos Santos, chefe da equipa multidisciplinar de 2.º nível do Núcleo de Sistemas Distribuídos da Autoridade Tributária (AT).

Caso Oracle:

  • Carlos Santos, chefe da equipa multidisciplinar de 2.º nível do Núcleo de Sistemas Distribuídos da Autoridade Tributária que também foi à China na viagem relacionada com a Huawei e que está a ser investigado pela própria AT;
  • Diogo Reis, da equipa da Plataforma de Dados da Saúde dos SPMS;
  • Francisco Baptista, chefe da Equipa Multidisciplinar de Sistemas e Produção (EMSP) da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna;
  • Carlos Oliveira e João Mota Lopes, diretores do IISS. Mota Lopes também foi à China no processo ligado à NOS e à Huawei;
  • Pedro Fonseca e Nuno Guerreiro, da Caixa Geral de Depósitos;
  • Nuno Cardoso, diretor de serviços de Tecnologias de Informação da TAP;
  • Maria Ermelinda Carrachás, secretária-geral do Ministério da Economia;
  • Pedro Miranda e Raquel Vilas dos SPMS
  • Artur Mimoso, Ana Maurício d’Avó, António Alexandre, e Sara Carrasqueiro, todos dos SPMS (as viagens e estadias deste quatro elementos foram pagas pelo Estado);
  • José Moura, do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos de Justiça (viagem e estadia pagos pelo Estado);
  • Vítor Costa, chefe de equipa multidisciplinar do MAI;
  • Guilherme Batista, coordenador de sistema de informação da Câmara da Moita;
  • José Carlos Nascimento, professor na Universidade do Minho;
  • Luís Filipe Pereira, ex-ministro da Saúde e presidente do Conselho Económico e Social no momento da viagem.

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