Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

“Em qualquer eleição há sempre a ideia do castigo [ao Governo]. Daí não podemos fazer grande drama, é consequência do que tem sido hábito nas eleições europeias”, disse Manuela Ferreira Leite antes de um pequeno-almoço com Paulo Rangel e Nuno Melo esta quinta-feira, em Lisboa. Quanto ao seu voto na coligação, Ferreira Leite assegurou votar não por Juncker, mas na Aliança Portugal e pelo candidatos “muito competentes, com créditos bem afirmados no Parlamento Europeu”. Marcelo Rebelo Sousa disse há dois dias que vale a pena votar na coligação por ser a única que apoia Jean-Claude Juncker para presidente da Comissão Europeia.

Possível castigo ao Governo no dia 25 não deve ser “um grande drama”, até porque a ex-líder do PSD diz que as europeias servem muitas vezes para este propósito. No entanto, Manuela Ferreira Leite afirma que “qualquer castigo não pode passar pela ausência [do voto] na eleição que se está a verificar”, pedindo aos portugueses que “votem em A ou em B, mas votem”.

Mesmo não concordando com o Governo em todas as circunstâncias, Ferreira Leite afirmou ser do partido e apoiar a coligação. “Independentemente de algumas vezes poder demonstrar alguma discordância com o que está a ser feito, o meu voto será neste partido”, assegura. Paulo Rangel diz que este apoio o deixa “muito satisfeito”, sendo um “momento feliz e afectivo”.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR