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A Procuradoria-Geral da República está atenta ao desenrolar da situação na Espírito Santo Internacional (ESI), avança o Diário Económico na sua edição desta quarta-feira. “O Ministério Público encontra-se a acompanhar a situação, nomeadamente as notícias vindas a público”, disse ao jornal uma fonte da Procuradoria.

Na semana passada foram reveladas “irregularidades materialmente relevantes” na contabilidade da ESI, que tem sede no Luxemburgo, encontrando-se, por isso, sob alçada da regulação e justiça desse país. Além disso, um relatório da ESFG, holding com participação no Banco Espírito Santo, revela que as dívidas da ESI em 2012 foram de 1,2 mil milhões de euros. “Houve uma negligência grave. Dolo, acho que não. E uma coisa que a KPMG apurou é que não houve desvios de dinheiros”, comentou Ricardo Salgado, presidente do grupo, ao Jornal de Negócios, sobre a situação da ESI.

O Diário Económico afirma ainda que a fonte do Ministério Público ouvida pelo jornal garantiu que este órgão “não deixará de solicitar todos os elementos que considere relevantes para a investigação criminal”.

A ESFG, entretanto, divulgou que teve prejuízos de 37 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, um aumento face aos 13, 1 milhões registados em igual período do ano passado, refere o Diário de Notícias.

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