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Os líderes dos sete países mais industrializados do mundo admitiram, no fim do primeiro dia de reunião do G7 em Bruxelas, estarem dispostos a intensificar as sanções económicas à Rússia, caso o Presidente Vladimir Putin não coopere com a Ucrânia no sentido de acabar com as movimentações militares no leste do país.

“Estamos prontos para intensificar sanções específicas e para considerar medidas adicionais significativas à Rússia, caso os acontecimentos o requeiram”, anunciaram em comunicado os chefes de estado dos sete países, que estarão quase todos juntos (com Putin) de novo na sexta-feira, quando se comemoram os 70 anos do desembarque na Normandia.

O G7 condenou também “o uso dos recursos energéticos como forma de coerção política”, considerando a atitude “inaceitável”. Esta tomada de posição está diretamente relacionada com a Rússia, que fornece um terço de todo o gás consumido na Europa.

Os líderes da França, Estados Unidos, Itália, Canadá, Reino Unido, Alemanha e Japão decidiram também “intensificar os esforços para responder à ameaça que constituem os combatentes estrangeiros na Síria”, uma vez que, anunciou o Presidente francês François Hollande, já morreram cerca de 30 franceses naquele país desde o início do conflito sírio, há um ano e meio – tendo partido 300 combatentes para lá.

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