China

China acaba com a política do filho único 35 anos depois

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Problemas demográficos e crise na economia levam Partido Comunista chinês a acabar com a política do filho único. Mas os chineses continuam com a sua liberdade limitada, agora a dois filhos.

AFP/Getty Images

A China vai acabar com a proibição imposta às famílias chinesas de ter mais que um filho, mas mantém limitações em apenas dois filhos, numa tentativa de dar um impulso à economia chinesa.

A decisão foi tomada durante a reunião do comité central do Partido Comunista chinês, que chegou ao fim esta quarta-feira depois de quatro dias de encontros, avança a agência de notícias chinesa Xinhua.

A proibição foi imposto há 35 anos, em 1980, com o intuito de controlar o crescimento da população chinesa, mas o país vê-se agora confrontado com uma economia em forte desaceleração e com uma população envelhecida.

Apesar da proibição, a lei chinesa incluía algumas exceções, como no caso das populações do interior, a quem era permitido ter mais que um filho caso o primeiro fosse mulher, e deixava de fora dos limites as minorias. Em 2013, o Comité Central decidiu ainda permitir aos casais terem mais que um filho caso um dos membros do casal não tivesse qualquer filho.

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