Boas Festas

Oito das mais estranhas tradições de Ano Novo

Nem toda a gente se limita a brindar com champanhe, comer passas, pedir desejos e olhar para o fogo de artifício. Isso, tendo em conta o que se passa em certos locais do mundo, é coisa para meninos.

Na Austrália já se entrou em 2016

Zak Kaczmarek

Autor
  • Marlene Carriço

Este artigo foi originalmente publicado em dezembro de 2015.

Em Portugal há passas, cuecas azuis e fogo-de-artifício. Em algumas zonas, ouvem-se tiros e panelas a bater. E se algumas destas tradições se podem encontrar noutros países espalhados pelo mundo, muitas outras existem e algumas bem curiosas. Vejamos algumas que o diário espanhol ABC reuniu de entre as mais curiosas:

Dinamarqueses partem partos

Na Dinamarca a chegada de um novo ano é celebrada com o arremesso dos pratos usados na refeição dessa noite. Antigamente a tradição passava por atirar os pratos contra as portas de pessoas amigas, num gesto que representava amor e bons presságios para o ano que acabou de chegar. Isso ainda acontece em algumas zonas do país. Os dinamarqueses acreditam ainda que saltar de uma cadeira na última “badalada” dá sorte e por isso este é outro ritual seguido naquele país.

Em Itália, lentilhas ao jantar

Na noite de Passagem de Ano não faltam lentilhas nas meses dos italianos. Símbolo de riqueza, quantas mais lentilhas se comem, mais dinheiro se ganhará. Pelo menos esta é a crença dos italianos e é bem antiga. Já na antiga Roma, o prato de lentilhas era associado a um prato de moedas de ouro. A tradição começa a espalhar-se também por Espanha.

No Japão soam 108 badaladas

Já no Japão, o normal é haver soba – macarrão japonês feito a base de farinha de trigo sarraceno – à mesa. Simboliza prosperidade e longa vida. Além disso, à meia-noite os templos budistas do país fazem soar 108 badaladas, para afugentar os 108 pecados da alma humana, que causam sofrimento. Nessa altura, os japoneses visitam os templos e brindam com um vinho de arroz doce quente.

Em Porto Rico, vai balde de água fria

Alguns porto-riquenhos mantêm a tradição de atirar baldes de água pela janela como forma de se livrarem dos problemas que os atormentam. Outra das tradições que tem caído em desuso, por ser perigosa e ilegal, é disparar tiros para o ar.

Russos bebem champanhe com cinzas

Na Rússia, a tradição passa por escrever o desejo para o novo ano num pedaço de papel, atear-lhe fogo, lançar o papel a arder para um copo com champanhe e bebê-lo à 00h01.

“Hogmanay” é o Ano Novo dos escoceses

A cidade de Edimburgo celebra a passagem de ano durante três dias. Milhares de pessoas costumam dirigir-se à capital escocesa para assistir ao “Hogmanay”, um festival de rua que se prolonga por três dias. O festival conta com danças populares, música tradicional, procissões, concertos a céu aberto, teatro de rua e fogo de artifício. Outra tradição de Passagem de Ano que existe neste país consiste em ir a casa de um vizinho ou amigo com presentes, ao cair da meia-noite.

Nas Filipinas veste-se roupa às bolinhas

Moedas têm forma de bolinhas e por isso é com roupas de bolinhas que as pessoas se vestem nas Filipinas para receberem o novo ano. Mas a roupa não deve ter apenas bolinhas. Mais importante ainda é ter um bolso, no qual se guardam algumas moedas de forma a atrair outras durante todo o ano. Também as ruas costumam ser enfeitadas com tecido às bolinhas.

Na Argentina veste-se rosa

Os argentinos costumam vestir roupa interior cor de rosa na noite de Passagem de Ano. Um costume que, para alguns, tem origem pagã e está associado à fertilidade e, para outros, está ligado ao períogo litúrgico do Advento em que se acendia uma vela rosa como símbolo de alegria pela chegada de Jesus.

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