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Cantona e o Football Leaks: futebolistas fazem o mesmo que bancos e multinacionais

Este artigo tem mais de 5 anos

Ex-jogador oferece-se para selecionador das Ilhas Virgens. Mais a sério, defende que não se pode culpar futebolistas por procurarem paraísos fiscais, quando bancos e multinacionais também o fazem.

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YouTube/EuroSport

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Sentido de humor não falta a Éric Cantona, mesmo quando os assuntos são sérios. Após agredir um adepto, durante um jogo, em 1995, convocou uma conferência de imprensa onde se limitou a dizer: “Quando as gaivotas seguem as traineiras, é porque acham que vão atirar sardinhas ao mar.” E retirou-se, deixando os jornalista impávidos. Agora, Cantona volta a utilizar o humor — num dos vídeos que faz para a Eurosport — para comentar o caso Football Leaks e, em tom jocoso, ofereceu-se para treinar as Ilhas Virgens. Convocou Ronaldo, Di María e Pastore.

Num vídeo de quatro minutos — como os que faz habitualmente para a Eurosport, numa rúbrica intitulada The Commissioner of Football — Cantona começa por dizer: “Ahh, Football Leaks. Pega-se em alguns grandes nomes, em grandes números, colocam-os nos jornais e entrega-os à justiça popular. É engraçado como pensamos que, como ganham muito dinheiro e os idolatramos, os jogadores de futebol deviam ser mais exemplares. Quer queiramos, quer não, o futebol é um reflexo da nossa sociedade”.

De seguida, Cantona explica que, “se permitirmos que as grandes multinacionais tenham benefícios fiscais, que alguns bancos promovam a evasão fiscal, não podemos culpar o negócio do futebol por utilizar os mesmos métodos.” O antigo jogador do Manchester United considera que este “não é um debate moral, é um debate legal”. “Se não é legal, castiguem-nos! Tudo bem, mas castiguem todos! Se é legal e não gostamos, mudemos a lei.” Diz ainda que, se assim for, é tempo de os políticos ganharem coragem (e aplicarem as regras também para a banca e multinacionais), o que acredita que não acontecerá em breve.

O antigo internacional francês diz ainda — num registo mais humorístico — que nunca será “selecionador de Inglaterra”, mas que não é pessoa de “desistir dos seus sonhos”, então assume uma candidatura: “Declaro-me oficialmente candidato ao cargo de selecionador das Ilhas Virgens Britânicas. E posso contar com três dos mais famosos residentes para se juntarem à equipa: Ronaldo, Di Maria, Pastore… e isto é só o começo“.

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